Hogwarts Revelium
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15 de Outubro
sexta-feira
a temperatura agradável permite que os habitantes de Hogwarts andem com roupas leves. Durante o dia o céu é claro e bonito, fazendo com que os jardins fiquem lotados por alunos em busca de um banho de sol. A noite o céu é estrelado e há um grande movimento de alunos em direção a Hogsmeade por causa de uma festa que o diretor permitiu a presença destes.
AÇÕES:
- aula de aritmancia para o 7° ano
- aula de poções para o 6° ano
- festa no Pub MixysBars, em Hogsmeade




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06/09 | Gabinete do Prof de Astronomia - tarde

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06/09 | Gabinete do Prof de Astronomia - tarde

Mensagem por Dominic Harvey em Qua Fev 23, 2011 12:00 am

..
Look like a girl but I think like a guy
06 de setembro, tarde | Post #01 | Gabinete do Prof° de Astronomia


A poção tinha dado errado, mas devido a algumas sugestões da verdadeira Alex e algumas mudanças no plano não tão bem aceitas pela ruivinha Sam, corrigimos alguns detalhes cruciais que nos levaria ao tão desejado objetivo cobiçado a mais de um mês. Obviamente, a espera foi a parte mais árdua do processo, até mesmo mais do que conseguir galeões suficientes para adquirir todos os ingrediente necessários ou até mesmo convencer a corvina mais inteligente do castelo a trabalhar ao meu favor. Essa ultima parte foi graças a minha lábia de malandro e meu jeito certeiro de por vantagens aonde não tem, a anterior foi graças ao contrabando de coisas ilegais da Travessa do Tranco. Enfim, as dificuldades que ficaram em meu caminho durante todo o tempo de planejamento e execução da poção agora pouco tinham importância já que por azar do destino (para não dizer falta de atenção por minha parte) eu tomara a dose errada do frasco errado e agora tinha a aparência errada. Um equivoco que poderia levar-nos a ruínas se não fosse a determinação nítida como água cristalina estampada em cada um dos rostos que se preparavam para deixar a cozinha, se bem que o de Alexia estava mais para feições raivosas. Em um plano cuidadosamente planejado, qualquer mínimo escorregão poderia causar danos e, como esse escorregão veio, assim como os danos, optamos pela única e não tão agradável alternativa que tínhamos. Eu seria Léxia até o fim do dia, cumpriria a parte da grifinória no plano insano e ela por sua vez, como Ryan Purple, faria o que eu tinha que fazer. Invertemos os papéis, assim como os sexos. A situação era no mínimo constrangedora, contudo não estava preparado para desperdiçar a possível chance que tinha de infiltrar na sessão restrita e ter de esperar mais um mês até outra poção ficar pronta, além da fortuna que isso exigiria.

Dei alguns passos para fora da cozinha, a roupa colada no não-meu corpo feminino trazia uma sensação sufocante e os longos minutos que Mantha passou corrigindo meu jeito bruto de andar não parecia estar fazendo efeito. Olhei de relance para trás, a Sam-Ryan tomando caminho para o salão comunal sonserino teria que dar um jeito de algum deles passar a senha sem levantar suspeitas e roubar a autorização da sessão restrita de Purple enquanto Alexia teria que passar o dia inteiro em Hogsmeade para não correr o risco de ser vista em dois lugares ao mesmo tempo. A loirinha esperaria alguns minutos na cozinha até que eu tivesse tempo de sumir de vista, assim evitaria problemas para ela e óbvio, para mim. Afastei o cabelo oxigenado para longe dos meus olhos, mas a cada passo lento ele voltava a entrar na frente do meu rosto, me fazendo jogá-lo para trás a todo instante e bufar de irritação por causa do incomodo que isso ocasionava. Além do mais, minha irmã era pequena, eu estava me sentindo um anão de jardim, sem contar que sabia que se precisasse socar alguém, não teria a força que estava acostumado. Sentia-me indefeso e extremamente estranho por estar de saia. Um garotinho corvino me parou no caminho e estendeu um papel na minha direção, perguntando algo e dizendo que tinha que entregar o pergaminho com a resposta na segunda-feira e não fazia idéia do que era. Li aquelas palavras estranhas e sorri teatralmente, imaginando e imitando a pose metida que minha irmã fazia sempre que sabia que estava com a solução na ponta da língua. – É algo muito simples. Vai procurar na biblioteca, seu folgado! – respondi e devolvi o pergaminho antes de dar passos apressados para longe do garoto. Simples ou não, não tinha idéia do que se tratava, podia inventar, mas isso tomaria meu tempo e, em todo caso, a minha resposta dada era menos prejudicial a reputação de garota nerd da dona do corpo que eu estava preso.

Respirei fundo, tentando lembrar onde poderia encontrar um professor disponível no final de semana. McHale não era opção viável, ela não faria nada por ninguém de bom grado. Lawrence também não pelo simples motivo de ele ser diretor, apesar de que minha irmã era bem puxa saco para ir correndo até ele. Iria até Norton! A passos apressados dirigi-me até seu gabinete, mas esse estava vazio. Corri mais uma vez de maneira desajeitada por estar sobre o efeito da poção polissuco e por isso estar tendo que agir como uma garota. Parei em frente a outro gabinete que indicava pertencer ao professor Lecter. Tinha subido as escadas correndo e estava agora no quarto andar, parado com o ouvido colado a porta. Barulho de passos fez com que eu notasse que alguém estava ali, então soquei a porta. Duas batidas fortes e eu me repreendi, lembrando que devia bater mais delicado. Um som baixo mais audível foi produzido pelas minhas mãos esmaltadas e eu fiz uma careta ao olhá-las, desejando ter de volta meus dedos cheios de calos. Em seguida, o ranger da porta me fez esquecer as unhas e olhar em direção a figura parada na soleira. - E ai, professor! – exclamei, escutando a voz fina saindo pela minha boca. Balancei sobre meus próprios pés, um “Boa tarde querido e idolatro professor” seria mais característico de um corvino. Era melhor eu começar a agir direito e por meus bons modos a mostra. – Como o senhor está? – continuei, fazendo uma voz calma e amena. Abri um sorriso exagerado, esperando que ele me dessa a oportunidade para tocar no assunto das autorizações da sessão restrita.
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Dominic Harvey
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