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    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali

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    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 Empty Re: 15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali

    Mensagem por Colleen Cavanaugh em Sab Maio 28, 2011 2:24 am

    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 InicioColleen-30

    Apesar das tentativas para o persuadir a levá-la, nada parecia estar a resultar. Apesar dos argumentos que usava, cada frase que pronunciava parecia já ter outras palavras prontas para a deitar abaixo. - Eu sei minha gracinha e também fiquei orgulhoso, mas e contra o bruxo? Será que teria dado conta dele também? – Colleen olhava para Mirel ainda com uma réstia de esperança nos olhos, e enquanto trocavam mais um beijo, ainda acreditava que podia ser possível - Se fossem dois, conseguiria duelar ao meu lado para derrotá-los? Eu posso lhe ensinar muitas coisas, mas na escola, infelizmente, você terá aulas necessárias para o futuro. – Sempre odiara aquela frase “a escola te ensinará coisas necessárias para o futuro”. Quantas vezes já não a ouvira, e quanto mais era repetida aos seus ouvidos, menor era a credibilidade que parecia apresentar. As coisas aproveitáveis pareciam cada vez mais raras face à quantidade de inutilidades que aprendia diariamente...

    Mas no fundo sabia que ele tinha razão. No Chipre não tivera de tomar conta de nenhum bruxo. Apenas muggles. E apesar de a tarefa não se ter mostrado nada difícil, sabia que contra qualquer pessoa que ostentasse uma varinha, as suas chances seriam muito poucas. E se enfrentasse algum inimigo a sério, não podia contar em ter sempre alguém para a proteger. Por isso, sem mais força para discutir quanto a isso, tomou uma nova vertente mais pessoal, começando a dizer como se sentiria se o comensal se afastasse. - Mas mesmo comigo eu viajaria por semanas e talvez também ficássemos sem nos ver. E outra coisa, você agora é minha e eu sou muito possessivo. – O tom de voz de Mirel era calmo e carinhoso, e fora acompanhado por um novo beijo terno. Mas apesar disso, as palavras em si continuavam a transmitir uma mensagem ouvida por Colleen com desânimo. Combinados então? Sempre que me quiser ver tem maneiras de sair do castelo e me encontrar, te ensino a me mandar mensagens magicamente, sempre poderá se comunicar comigo e me chamar para ficarmos juntos, ok? Vamos continuar aproveitando a noite? Já disse você agora é minha e não vou deixar de está sempre com você... – A resposta da garota chegou sem demora de uma forma um tanto precipitada - Eu sei como lhe mandar mensagens através de corujas. E também sei que essas sempre podem demorar dias para chegar se estiver longe. E serão só pedaços de papel que receberei. Para além que serei apanhada se me escapar constantemente para fora do castelo. Que outra forma tem para comunicar? – Se expressava rapidamente e com um tom ligeiramente irónico na voz, quando parou de falar.

    Sem querer continuar e mostrar o quão triste isso a deixava, a morena encostando a cabeça entre o pescoço e ombro dele, olhando para o lado, vendo apenas o mato ligeiramente iluminado pelo luar. Simultaneamente, entrelaçou os braços atrás das costas de Mirel, ficando envolvida num abraço apertado, com os seus corpos quentes quase colados. Por momentos, nada mais se ouvia para além da brisa embatendo na copa das árvores fazendo as folhas vibrar ao ar.

    Colleen se apercebia agora que as esperanças que ostentara haviam sido ridiculamente grandes. Era natural que Mirel tivesse recusado a sua proposta. Haviam acabado de se conhecer, pelo que era muito cedo para tomar algum passo assim. E de certeza, a última coisa que um rapaz quereria seria ter alguém ao seu cuidado. Se ele era livre, jovem e tinha um mundo de possibilidade à sua disposição, porque se haveria de comprometer daquele jeito? – O que você vai fazer agora? Depois desta noite? – Falou mais calma, ainda com a cabeça encostada a ao comensal, procurando desviar minimamente o assunto. Não fazia ideia de como a sua vida tinha sido até então, e de que planos ele teria para depois daquela noite. Mas se ele lhe tinha perguntado o que tencionava fazer depois, também se sentia no direito de ouvir como o comensal procederia, e para quão longe iria.
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    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 Empty Re: 15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali

    Mensagem por Mirel Radoi em Ter Maio 31, 2011 1:37 am

    A noite estava tranqüila. Havia começado como quem não iria querer nada. Ele iria apenas interrogar um aborto medíocre e, como aconteceu, matá-lo caso ele não ajudasse em nada, é e foi o que aconteceu. Mas não esperava ser visto.

    Tinha programado algumas outras coisas para fazer, diversão em alguma outra parte do mundo, mas acabou que iria ser ali mesmo. Acabou conhecendo uma bruxa da sua antiga casa, Sonserina. Sim, mais nova que ele e começou um jogo de gato e rato, até ele conseguir enquadrá-la e 'conversar' com ela, até ficar sabendo ser filhas de Comensais.

    Contou algumas histórias sobre sua família e algumas outras coisas sobre a mãe dela, algo que não foi bem recebido. Outra vez ele teve que 'conversar' mais bruscamente com a menina e resolveu levá-la até onde havia visto a mãe dela uma vez, no Chipre.

    No outro país a menina pareceu não acreditar na casa da mãe, no luxo e na capacidade do Comensal da Morte, até ele da uma demonstração de magia contra muggles e um bruxo de elite, colocando-a de frente a família de sua mãe. A menina foi forte, encarou a mulher e o deixou ainda mais orgulhoso, conseguiu conjurar uma maldição imperdoável e matou a mãe que havia abandonado a menina há dez anos no passado.

    Após aquilo ele havia dando um grande espetáculo de magia, algo que não deveria ter feito por havia sido ferido por uma arma muggle dentro da casa e não conseguira se curar totalmente com o uso da magia, mas ainda assim fez toda a casa desaparecer num enorme buraco negro e pareceu nunca haver existido uma casa no lugar.

    Novamente voltaram para Londres, Hogsmeade, e não resistiu à vontade de um ter o outro. Ficaram aos beijos e ela pediu para poder ele levá-lo consigo algo que ele queria muito, mas naquele momento não teria como, algo que parece não muito bem aceito pela menina. Ela começou a falar rapidamente e num tom até irônico, com certeza insatisfeita com o que o rapaz havia falado.


    Colleen Cavanaugh escreveu: - Eu sei como lhe mandar mensagens através de corujas. E também sei que essas sempre podem demorar dias para chegar se estiver longe. E serão só pedaços de papel que receberei. Para além que serei apanhada se me escapar constantemente para fora do castelo. Que outra forma tem para comunicar?

    Radoi sorriu tranquilamente, respondendo as perguntas dela.

    - Sabe, corujas nunca iriam me encontrar, somente uma espécie especifica e de uma maneira especifica e sim, demoraria alguns dias dependendo de onde eu estivesse. E sobre sair do castelo é mais simples do que se imagina, toda folga você pode ir passear pelos jardins e ir ao Salgueiro Lutador e lá ir até a Casa dos Gritos, trajeto simples, a não ser que queria sair a noite, o que fica um pouco mais complicado, mas com um simples feitiço de desilusão você passaria despercebida pelos zeladores que tem por lá. Ele acariciava a cabeça dela, que estava deitada sobre o seu ombro olhando para o nada. A maneira para nos comunicarmos é simples.

    Ele não quis falar de imediato, pois não queria estragar o momento dos dois ali, apenas abraçados, ouvindo o vente e as arvores, até Colleen falar novamente com ele.

    Colleen Cavanaugh escreveu: - O que você vai fazer agora? Depois desta noite?

    Radoi sabia que ainda não tinha cem por cento de certeza, estava esperando o novo chamado dos Comensais da Morte, sabia que ele iriam investir contra a escola de bruxaria, mas quando fosse a hora ele iria alertá-la, por enquanto iria continuar atrás dos outros Comensais da Morte e até quem sabe tentar alguma informação sobre Azkaban.

    - Por enquanto eu vou continuar atrás do outros Comensais da Morte, não sei meu rumo ainda, mas posso dizer-lhe que algo vai acontecer por aqui, mas isso eu irei te alertar com muita antecedência. Fique tranqüila. Ele encostou-a na parede, olhando-a nos olhos e começou uma nova sessão de beijos e afagos bem mais intensos e quentes, deixando o tempo passar... Parou ao meio de um afago bem intenso, falando no ouvido da menina, com a respiração cansada...

    - Eu queria muito mais, mas o meu ombro precisa de cuidados, pois já estou sentindo-o novamente doer. Vamos continuar nossa noite numa próxima vez? Ele disse já indo na direção do castelo com a menina. Sabia que ali teria vários aurores e que o efeito da sua poção estava a passar por qualquer momento, mas não queria tomar mais um gole, precisava voltar ao normal para ver o verdadeiro estrago em seu ombro o mais rápido possível.

    Chegou a um ponto próximo ao portão, não iria mais adiante, pois já tinha visto alguns aurores por ali e perto do portão teriam muitos mais, sem contar os funcionários de Hogwarts e professores, que também estariam ali para vigiar os lindos aluninhos da bela escola. Ele pegou novamente o seu sobretudo, que estava com a menina.

    Pegou a sua varinha e conjurou uma pequena caixinha negra, que facilmente se passaria por uma caixinha de jóias e entregou a menina.


    - Coloque o que quiser me enviar aqui dentro e eu receberei e enviarei a resposta sempre que possível. O que me enviar chegara imediatamente até a minha caixa. Sentirá a caixa ficar mais aquecida quando eu enviar a resposta ou alguma coisa pra ti. E sempre que precisar de alguma coisa é só me pedir, tudo mesmo. Não precisa ficar com vergonha de pedir nada. Ele passou a mão na face do lado direito da menina. Nós nos vemos em breve minha gracinha e como eu disse, você é minha. Ele deu um ultimo beijo na menina e viu-a indo na direção do castelo, desaparatando em seguida para a mansão que residia.
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    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 Empty Re: 15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali

    Mensagem por Colleen Cavanaugh em Qui Jun 09, 2011 6:54 pm

    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 InicioColleen-31
    A expectativa que antes mantivera de que aquele pudesse ser o primeiro dia de uma vida compeltamente diferente daquela que tivera de levar até então foi-se apagando à medida que ouvia o comensal refutar tudo o que dizia, recusando todos os seus pedidos para abandonar os estudos em Hogwarts. Nascer bruxa fora a melhor coisa que lhe acontecera, sendo incapaz de se imaginar a viver como um mero mugglle. No entanto, nesse seu mundo nem tudo eram rosas, e para Colleen, a escola em que estava tratava-se de uma das coisas que mais odiava. Acreditava que tendo as bases que tinha, já seria capaz de aprender o resto sozinha. Não precisava de teórica, mas sim de prática. Por isso depositara em Mirel as suas esperanças de conseguir isso, esperanças essas que desapareceram quando este recusou levá-la. E assim, se dissolvia também a possibilidade de o ver com mais frequência, ficando grande parte da sua relação reduzida a simples pedaços que papeis transportados por corujas, dada a impossibilidade de estranhos penetrarem o castelo.

    Pelo menos, na cabeça da garota não se desenhava nenhuma outra forma de comunicar. - Sabe, corujas nunca iriam me encontrar, somente uma espécie especifica e de uma maneira especifica e sim, demoraria alguns dias dependendo de onde eu estivesse. E sobre sair do castelo é mais simples do que se imagina, toda folga você pode ir passear pelos jardins e ir ao Salgueiro Lutador e lá ir até a Casa dos Gritos, trajeto simples, a não ser que queria sair a noite, o que fica um pouco mais complicado, mas com um simples feitiço de desilusão você passaria despercebida pelos zeladores que tem por lá. – Para quem simplesmente ouvisse estas palavras, sair do castelo não se parecia de facto com nenhum desafio complicado. No entanto, a própria Hogsmead encontrava-se recheada de feiticeiros que estranhariam a presença de uma rapariga como Colleen passeando pelas ruas. Pela sua ideia e expressão facial, não era difícil adivinhar que se tratava de uma aluna da escola de magia e feitiçaria, e era do conhecimento geral o quão restritas as regras de Hogwarts eram sobre deixar os alunos abandonar as suas quatro paredes. Apesar de essas escapadelas não serem novidade para a morena, nunca antes se atreveria a fazer com a regularidade a que agora se propunha, e na sua cabeça, a ideia de o fazer para se encontrar com alguém parecia ainda mais perigoso, sendo esse alguém um comensal da morte.

    Estes pensamentos eram incapaz de a abandonar mesmo quando envolveu Mirel num abraço apertado, no qual se deixou ficar, cercada pelos sons da noite. Até que decidiu aproveitar o momento calmo para questionar acerca dos próximos passos que o rapaz tomaria. - Por enquanto eu vou continuar atrás do outros Comensais da Morte, não sei meu rumo ainda, mas posso dizer-lhe que algo vai acontecer por aqui, mas isso eu irei te alertar com muita antecedência. Fique tranqüila. – Antes que Colleen pudesse responder, foi encostada à parede, onde teve por momento uma visão privilegiada apenas dos olhos do rapaz, antes de os lábios dele se juntarem aos seus. Mas desta vez, não se ficando só por ali, sentia o corpo dele pressionando-a contra a parede, numa sequência de afagos intensos.

    A relação parecia estar a avançar depressa de mais, mas naquele preciso momento, a garota não tinha a força necessária para o fazer parar, deixando-se levar. Até que Mirel interrompeu, aproximando a sua boca do seu ouvido. Ouvia a respiração ofegante dele, que complementava a sua, antes de falar - Eu queria muito mais, mas o meu ombro precisa de cuidados, pois já estou sentindo-o novamente doer. Vamos continuar nossa noite numa próxima vez? – Colleen olhou-o por momentos, acenando afirmativamente. Apesar de não se querer separar dele, sentiu um mínimo de alívio por não ter de ir mais longe. Tinham acabado de se conhecer, pelo que era cedo de mais para continuar a avançar.

    Apesar de conhecer bem o caminho, deixou que ele a guiasse na direcção do castelo, com a sua mão em volta da cintura dele. O percurso foi rápido e percorrido em silêncio, no qual, para além das suas emoções, Colleen desejou saber o que se passava na cabeça do comensal. E assim que pararam, e Mirel reaveu o seu sobretudo, viu-o usar a varinha para conjurar uma misteriosa caixa escura que lhe entregou em mãos - Coloque o que quiser me enviar aqui dentro e eu receberei e enviarei a resposta sempre que possível. O que me enviar chegara imediatamente até a minha caixa. Sentirá a caixa ficar mais aquecida quando eu enviar a resposta ou alguma coisa pra ti. E sempre que precisar de alguma coisa é só me pedir, tudo mesmo. Não precisa ficar com vergonha de pedir nada. – Não tinha a certeza da funcionalidade da caixa. No entanto, agora acreditava em pleno nele. Comparativamente à possibilidade de estar com Mirel no dia-a-dia, aquela caixa não parecia o suficiente. Mas sendo impossível conseguir outra forma, esforçou-se por se contentar com aquilo que lhe era proporcionado – Eu não terei vergonha. E guardarei esta caixa sempre ao pé de mim à espera de qualquer mensagem sua. –Um pequeno sorriso brotou na sua face, quando a mão dele a acariciou

    - Nós nos vemos em breve minha gracinha e como eu disse, você é minha. – Ele concluiu selando um último beijo meigo nos seus lábios como forma de despedida. Colleen olhou uma última vez aqueles olhos verdes antes de se voltar e começar a afastar pela estrada em direcção ao castelo. A despedida custara-lhe mais do que pensava que custaria inicialmente. Mas sabia que tinha de ser. De relance, voltou a olhar para trás, à espera de ter uma última visão do rapaz. Mas ele já desaparecera na penumbra.

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    15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali - Página 2 Empty Re: 15 de outubro de 2010 - Proximidades do Cabeça de Javali

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