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15 de Outubro
sexta-feira
a temperatura agradável permite que os habitantes de Hogwarts andem com roupas leves. Durante o dia o céu é claro e bonito, fazendo com que os jardins fiquem lotados por alunos em busca de um banho de sol. A noite o céu é estrelado e há um grande movimento de alunos em direção a Hogsmeade por causa de uma festa que o diretor permitiu a presença destes.
AÇÕES:
- aula de aritmancia para o 7° ano
- aula de poções para o 6° ano
- festa no Pub MixysBars, em Hogsmeade




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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Seg Abr 18, 2011 3:10 am


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°:01
Nos últimos dias que se passaram, eu estava decidida em evitar encontros com o Lucca. Estava envergonhada de ter saído correndo da casa dos gritos daquela maneira. Estava um pouco arrependida e me sentia culpada por tudo, mas não queria ter que me desculpar. Desculpa, mas essa não é minha praia. Não costumo me desculpar pelas minhas atitudes.
Passava o maior tempo enfiada no dormitório feminino, e quando saia dele sempre estava rodeada pelas minhas amigas, sabia que assim o Lucca nunca teria coragem de vir falar comigo.
Alguns dias já haviam se passado desde a ultima vez que conversei com o Lucca e já estava me acostumando em andar cercada por pessoas. Durante a semana tivemos aula de Poções, minha favorita por sinal, e um aluno da minha turma andava com dificuldade nessa matéria. Ele havia sentado na mesma mesa que eu naquela aula e me pediu ajuda para estudar. Como não tinha nada mais importante para fazer, e não queria ficar bobeando sozinha aceitei ajudá-lo. Combinamos em nos encontrar sexta-feira de tarde para estudar.
Acordei cedo na manhã de sexta-feira, que assim como toda a semana estava em um clima agradável. Como era a minha rotina, sai para uma corrida matinal. Precisava extravasar a minha energia, se não eu virava uma verdadeira pilha e ninguém ia me agüentar durante o dia. Por sorte não encontrei com ninguém próximo ao lago negro, era muito cedo para ter alguém perambulando pelo castelo. Depois de correr aproximadamente uma hora voltei para o castelo e fui me arrumar para a minha aula de poções. Estava animada para a aula, afinal era POÇÕES!!! Poderia ter essa aula durante todo o dia que não me cansaria!
Como era de se esperar a aula foi ótima e passou muito rápida. Era já hora do almoço quando me encontrei com o Mathew, o qual havia prometido que ajudaria a estudar. Ele era um Grifinório razoavelmente alto, cabelo castanho claro e olhos azuis. Era muito atraente para varias meninas do castelo, mas para mim... não fazia meu tipo. Ele me convidou para comer no Três Vassouras e depois estudar. Aceitei o convite e seguimos para Hogsmeade.
Depois de uma boa caminhada chegamos finalmente ao Três Vassouras. Como um gentil cavalheiro o Mathew abriu a porta para mim e eu entrei. No mesmo momento tive vontade de dar meia volta, mas o Mathew estava bloqueando a passagem da porta. Quem eu menos queria que estivesse ali, estava. O Lucca estava sentado sozinho em uma mesa. Respirei fundo tentando me acalmar e conseguir pensar em alguma coisa para fazer. –è... Mathew, eu preciso ir rapidinho no banheiro. Não quer pegar uma mesa para nós?!- Ele concordou e eu rapidamente segui para o banheiro sem olhar para os lados. Antes que eu pudesse entrar no banheiro feminino, uma mão segurou meu pulso. Congelei no mesmo instante já imaginando que poderia ser.


Última edição por Rosalie Marie Stewart em Sex Maio 20, 2011 12:27 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Lucca Ragazzi em Seg Abr 18, 2011 5:47 am

Meus últimos dias estavam sendo sem sombra de duvidas uma droga. Meu humor estava pior do que o de costume, se antes eu era chato e mal humorado agora eu tava realmente insuportável e irado. O motivo pra toda essa revolta era bem simples, ela é loira, tem olhos azuis , um corpo perfeito, um sorriso que tem o poder de fazer com que eu faça todas as vontades dela (e que ela não saiba disso ) e tem um gênio que me tira do serio e ao mesmo tempo eu acho um charme, é já deu para ver que meu problema é mulher, mão não qualquer uma e sim a Rose.


Eu tava muito irado com ela, por três motivos, primeiro de todos por me larga na casa dos gritos sem dizer o que eu tinha feito de errado (mulheres não da para entender e depois dizem que não são complicadas), segundo por me evitar fingir que eu não existo, terceiro e ultimo porém o não menos importante, de me deixar loucamente apaixonado por ela e justo quando tinha me dado um trabalhão de evitar qualquer sentimento do gênero.


Depois daquele dia que ela me deixou se nenhuma explicação eu bem que tentei falar com ela, mas a garota dava sempre um jeito de me evitar ou estar acompanhada das amigas, o que dificultava mais eu tenta falar com ela sozinho. É o pior que a garota não saia da minha mente e ainda invadia meus sonhos, ate dormir estava me dando nos nervos acorda sempre furioso porque no fim das contas eu percebia que a realidade era completamente diferente. Para quem acha que não poderia ficar pior eu digo que ficou, pois certo dia percebi ela de conversa com um dos moleques da nossa sala e aquilo realmente despertou algo nada bom em mim, tive vontade de arrancar a cabeça do garoto só por senta perto dela, o pior é que assim que a aula terminou ela simplesmente fugiu de mim se juntando com as amigas.

A sexta feira tinha finalmente chegado mas isso não significava o fim do meu mau humor, que a cada dia estava pior. Eu aproveitei que estava perto da hora do almoço para ir a Hogsmeade, precisava sai da escola um pouco pois sentia que se ficasse lá ira cometer uma loucura ou iria arrancar a cabeça de alguém já que Merlin parecia gostar de ver minha vida em plena tragédia. La estava eu sentado no balcão do três vassouras com um copo de whisky de fogo, que com muito custo eu consegui convencer o barman de me servir pois ele não iria quer perder nenhuma parte dele faltando. Enfim eu bebia calmamente minha bebida ate que ouvi o sino da porta anunciar que tinha entrado no estabelecimento, e bem por uma questão de habito me virei pra ver quem chegará, foi ai que tive a certeza que Merlin estava arquitetando um incrível e infalível plano para acabar com minha vida de todas as maneiras possíveis. Rose acabara de entra mas ao era esse o motivo sim ela entrará acompanhada daquele mesmo paspalho do outro dia, sim o mesmo que eu não ia com a cara e que sentou ao lado dela e sabe se lá o eu falavam. Só sei que eu não tinha gostado nem um pouco de vê-la acompanhada daquele moleque, e aquilo me deixou furioso, a raiva era tanta que nem senti quando o copo que eu ainda segurava não mão tinha quebrado por causa da força que eu tinha depositado nele, para falar a verdade eu nem senti o sangue escorre em quanto esmagava os cacos . Só me dei conta quando o barman me chamou a atenção, me fazendo desviar o olhara da Rose para ele. – Ta tudo bem! – disse um pouco ríspido em quanto enrolava um lenço, que tirei do meu bolso na mão, o barman não ousou me contrariar acho que percebeu o misto de fúria e selvageria em meu olhar. Virei-me a procurar de Rose, que caminhava em direção aos fundos do estabelecimento onde se encontrava o banheiro. Sem da a mínima para tentar ser discreto, fui atrás da garota e antes que entrasse no banheiro feminino segurei o pulso dela o que a fez parar – ta fugindo por que?esta com medo do lobo mau! - falei um pouco sarcástico – vem temos que conversar! – eu falei serio e a puxei sem muita força mas ela ficou parada e eu olhei pra ela e tinha aquele ar de sempre querendo me contrariar – Vá em frente, se começar a bancar a durona e fazer escândalo por que sabe que nunca vou te machucar se lembre que tem o moleque lá fora que vou ter o imenso prazer de amassar a cara se vinha se meter! – a puxei para um ponto mais afastado – você me deve algumas explicações, não sou nenhum dos moleques metidos a mauricinho que você ta acostumada a sair por ai e fazer o que bem entende! Eu quero saber o que você quer? Faz questão de me provocar , fingir que se importa e depois me trata como um verme...eu quero saber porque?
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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Seg Abr 18, 2011 10:27 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°:02
A ultima coisa que eu realmente queria era ter que encarar o Lucca e ter que me explicar para ele. Por quê? Simplesmente porque eu não sabia o que eu ia falar para ele, ou qual explicação ia dar para a minha atitude. Estava evitando encontrá-lo de qualquer jeito, e quando ele estava próximo nunca ficava sozinha.
Mathew, um aluno do mesmo ano que eu, havia me pedido para ajudá-lo com poções, já que eu ia muito bem nessa matéria. Sem problemas algum eu concordei em dar essa ajuda a ele e decidimos primeiro comer no Três Vassouras. Foi o maior erro que eu pude cometer aquele dia. Ao chegar no Três Vassouras encontrei o Lucca sentado sozinho no balcão. Me amaldiçoei por ter ido até lá e queria poder dar meia volta e ir embora, mas o Mathew estava bloqueando minha passagem. Pedi para que ele pegasse uma mesa para nós e me dirigi para o banheiro. Precisava respirar e pensar um pouco o que eu iria fazer.
Estava prestes a entrar no banheiro quando uma mão segurou o meu pulso. Soltei alguns palavrões mentalmente já sabendo quem era. “ta fugindo por que?esta com medo do lobo mau!” revirei os olhos com o tom sarcástico dele, mas mesmo assim não tive coragem de olhar para ele. “vem temos que conversar!” ele deu um puxão no meu braço, mas eu continuei imóvel. –Eu não estou fugindo de ninguém, só apertada para ir ao banheiro. E não tenho nada para falar com você.- Disse secamente para ele. Sabia que esse não era o melhor jeito para conversar com ele, afinal acabaríamos brigando. “Vá em frente, se começar a bancar a durona e fazer escândalo por que sabe que nunca vou te machucar se lembre que tem o moleque lá fora que vou ter o imenso prazer de amassar a cara se vinha se meter!” Droga! O Mathew. Não queria que o Mathew acabasse com a cara quebrada por culpa minha e sem um motivo. Deixei então que ele me levasse para um lugar mais afastado.
você me deve algumas explicações, não sou nenhum dos moleques metidos a mauricinho que você ta acostumada a sair por ai e fazer o que bem entende! Eu quero saber o que você quer? Faz questão de me provocar , fingir que se importa e depois me trata como um verme...eu quero saber porque?" deixei que ele terminasse de falar tudo, e não vou negar que aquilo tenha mexido completamente comigo, mas apenas por dentro. Por fora eu continuava da mesma forma, seria, emburrada e seca. –Olha... eu não te devo explicações nenhuma! Não dou explicações nem para o meu pai e muito menos para você!- cruzei os braços e me encostei na parede. –Tenho meus motivos para ter feito o que eu fiz, mas eles não te interessam.- Eu não queria ter que abrir meu jogo para ele, afinal, eu tinha vários problemas mas me fazia de forte para que ninguém soubesse deles.


Última edição por Rosalie Marie Stewart em Sex Maio 20, 2011 12:31 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Lucca Ragazzi em Sex Abr 22, 2011 5:30 am

Depois de tantas tentativas frustradas de falar com a Rose, meu humor não era dos melhores. Sim o fato de não saber o que tinha dado nela e porque ela estava a me tratar assim me incomodava mais do que tudo. Entretanto depois de tantas tentativas frustradas, tinha desistido de corre atrás dela, precisava tirar um tempo para arejar a cabeça já que sabia que a qualquer momento eu poderia cometer uma loucura.

Lá estava eu bebendo alguma coisa no balcão do três vassouras e nessa hora o destino resolveu brincar comigo e Merlin a essa hora devia ta achando muita graça. Rose tinha entrado no lugar, e acompanhada, naquele momento fui consumido por uma mistura de raiva e ciúmes, mal conseguia pensar direito, a raiva era tanto que acabei quebrando um copo por segurar com muita força, mas n me importei muito com isso e fui atrás da garota, que ia em direção aos fundos. Eu sei que ia deixar ela para lar, mas era difícil ela estava ali e eu ainda queria explicações.

Impedi dela entrar no banheiro feminino, e ate fui irônico com ela antes de dizer que tínhamos que conversar, porem ela não se mexeu e eu a fitei -Eu não estou fugindo de ninguém, só apertada para ir ao banheiro. E não tenho nada para falar com você – as palavras dela me irritaram um ainda mais, e então eu fiz questão de lembrá-la do amigo que a esperava lá fora e que caso se metesse eu adoraria machucá-lo muito. Então eu acho que isso fez efeito, pois mesmo contrariada ela veio comigo um pouco mais aos fundos.

Então foi ai que eu comecei a falar, tentava controlar meu tom de voz mas era complicado devido a raiva que eu estava sentindo, e pra piorar tudo em quanto eu queria que ela me explicasse o que diabos ela pretendia e que ela me devia explicações , nada do que eu disse fez efeito ela continuava seria e fria o que me tirava do serio, era obvio que eu tinha sido feito de tolo. –Olha... eu não te devo explicações nenhuma! Não dou explicações nem para o meu pai e muito menos para você!- ela se encontrou na parede e bem me amaldiçoei por pensar no quanto ela era linda, mas pensamentos não durou muito devido as palavras delas e o jeito como agia comigo me deixava mais furioso.- Tenho meus motivos para ter feito o que eu fiz, mas eles não te interessam.- sem duvida foi a gota d’água senti meu sangue ferver naquele momento fechei os punhos com tanta força que senti os músculos doerem, ate a mão machucada reclamou e senti o sangue escorre mas pouco me importei dor física era algo que já tinha me acostumado. Olhei bem para ela eu de fato estava furioso. – Como é que é? - eu rosnei de raiva aquelas palavras - ta achando que pode simplesmente me tratar como idiota é tudo certo... Dane-se seus motivos, você não tem o direito de me tratar com bem entende... – soquei a parede atrás dela furioso em quanto olhava nos olhos dela, nunca a machucaria, mas não podia negar que estava inconformado com o jeito que ela agia, eu não entendia o que eu tinha feito de errado mas agora sabia que ela não ia me dizer nada do que eu queria saber e isso me irritava ainda mais. Obrigado por piorar ainda mais o inferno que é minha vida! Maldita hora que você entrou nela, Stewart!– me afastei dela e me virei de costa me apoiando na parede, dessa vez evitava o contato visual com ela – Vai se manda, volta para o moleque, para sua vida perfeita, e pra o seu mundinho...não vou dizer para não se preocupar porque você não se importa mesmo, mas vá antes que eu cometa uma besteira, antes que eu desconte o que to sentindo no seu amigo... – encostei a cabeça na parede acreditando que ela já tinha ido bem não tava prestando atenção tentava controlar meu gênio, o que tava sentindo naquela hora para perceber que ainda não estava sozinho - Não sabe o quanto te odeio por me fazer me apaixonar por você...- odiava admitir que tinha sido um idiota e que estava apaixonado por aquela garota, mas não tinha jeito já era tarde, o pior que gostava dela mesmo mas tinha que aprender que aquilo só servia para tomar como exemplo que não podia me deixar envolver, tinha que da um jeito de esquecer e voltar a a ser o velho Lucca.
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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Qui Abr 28, 2011 12:44 am


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°:03
Tinha vergonha por ter deixado o Lucca naquele estado na casa dos gritos e estava evitando falar com ele desde então. Não sabia como contar o que se passava comigo e ele provavelmente ia me odiar depois que eu contasse. Se ele for me odiar contando, preferia que ele me odiasse sem souber o que eu escondia de todos.
Meu problema não era bem na escola e sim em casa. Meu pai nunca ficou satisfeito de sua filha ter entrado na Sonserina e com isso ele arrumou um péssimo jeito de me ‘concertar’ segundo ele. Claro que eu não fiquei satisfeita com o que ele quer fazer comigo, mas não havia como fazê-lo mudar de idéia. Onde o Lucca entrava nessa historia?! Simples, ele é um Sonserino e se meu pai souber que eu me envolvi com um Sonserino, estaria morta.
Tinha concordado em almoçar com o Mathew no Três Vassouras e depois ajudá-lo a estudar poções. Mas me arrependi assim que entrei no estabelecimento. O Lucca estava ali e eu não tinha a proteção das minhas amigas naquele momento. Fui para o banheiro na tentativa de fugir dele, mas antes que eu pudesse entrar no banheiro ele me impediu, pedindo para falar comigo. No começo me recusei falar com ele, mas depois que ele ameaçou quebrar a cara do Mathew, concordei em acompanhar ele para um lugar mais tranqüilo.
Fomos para o fundo do restaurante, longe dos olhos e ouvidos das pessoas curiosas, assim teríamos um pouco mais de privacidade. Deixei que ele falasse tudo o que precisava, fiquei mexida por dentro, mas a minha armadura firme continuava intacta. Respondi-lhe que tinha os meus motivos para ter feito o que eu fiz, mas não eram do seu interesse. Estava encostada na parede e a minha resposta pareceu atingi-lo em cheio. “Como é que é?” ele rosnou furiosamente para mim. Eu tinha tirado o Lucca do serio novamente. “ta achando que pode simplesmente me tratar como idiota é tudo certo... Dane-se seus motivos, você não tem o direito de me tratar com bem entende...” inesperadamente ele socou a parede atrás de mim e eu levei um susto por isso. Pulei para o lado com os olhos arregalados, por milímetros que ele não acertou a minha cabeça com o soco.
Obrigado por piorar ainda mais o inferno que é minha vida! Maldita hora que você entrou nela, Stewart!” ao ver ele se afastar de mim e virar de costas, quebrou meu coração. Não imaginava que ele fosse ficar tão mal, eu nunca devia ter deixado nossa relação chegar a tanto. “Vai se manda, volta para o moleque, para sua vida perfeita, e pra o seu mundinho...não vou dizer para não se preocupar porque você não se importa mesmo, mas vá antes que eu cometa uma besteira, antes que eu desconte o que to sentindo no seu amigo...” nesse momento eu queria que o Peter se danasse. Não me importava nada mais, desde o dia que conheci o Lucca na sala vazia. “Não sabe o quanto te odeio por me fazer me apaixonar por você...-” minha armadura foi ralo abaixo. Não sabia o que o Lucca sentia por mim podia chegar tão perto pelo o que eu sentia por ele. E me doía ter feito isso com ele.
Me aproximei sem fazer barulho e toquei seu ombro.- Me... me desculpa Lucca. Eu não queria te fazer passar por isso.- sabia que ele não viraria para me olhar, entrei então no pequeno espaço que tinha entre ele e a parede. –Olha... eu gosto de você Lucca. E não fiz isso porque você não vale nada para mim. Pelo contrario, é porque eu me importo com você que acabei tomando essa atitude.- eu podia sentir o movimento do seu peito com a respiração próximo do meu. –Eu tenho problemas na minha família, os quais não me permitem estar com você.- Toquei seu rosto levemente com a mão, conseguindo fazer contato visual com ele. –Me desculpa?!- disse sendo totalmente sincera com ele.


Última edição por Rosalie Marie Stewart em Sex Maio 20, 2011 12:35 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Lucca Ragazzi em Sab Abr 30, 2011 10:01 am

Nesses últimos dias tinha acontecido tanta coisa que me deixaram extremamente irritado e mau humorado, o que eu mais queria era encontrar a Rose para obter alguns esclarecimentos, só que quando eu já tinha desistido de tentar conseguir falar com ela, não é que a garota me aparece , o pior acompanhada, ai qualquer tentativa minha de me acalmar ou tentar esquecer já tinha ido para o brejo.

Aquela era minha chance de poder ter os esclarecimentos que eu precisava, mas não adiantou muito eu ter ido atrás dela. Nós dois temos um gênio forte e logo no primeiro momento eu já soube que seria uma missão impossível conseguir explicações dela, e com eu me irritava mais facilmente que ela já viu que eu acabei não conseguindo nada só ficar ainda mais furioso. Se era aquilo que ela queria ela tinha conseguido, pior é que eu não sabia o que pensar e bem tenho que confessar que ate um pouco agressivo eu fiquei, mas ainda que estivesse exaltado a única coisa que será capas de machucar era a mim mesmo ou a parede.

Confuso e irritado por se feito de besta, me sentia humilhado e fraco por ter exposto um lado meu a ela, que nunca tinha mostrado a ninguém com ela eu tinha realmente deixado minha mascara cair, e ali depois de tudo só fiquei mais confuso e acabei deixando a raiva falar por mim, coloquei para fora o que realmente tava pensando, ate que por fim dei as costa a ela querendo apensa ficar sozinho, juntando o resto de dignidade que tinha me sobrado, e mandei que ela saísse que me deixasse antes que fosse capaz de cometer uma besteira, seria melhor assim, e ali naquele momento continuei a encarar a parede a minha frente me sentindo um completo idiota, pois sabia que não podia confiar nas pessoas, e sem nem perceber a maldiçoei o dia em que me apaixonei por ela, sim eu acabara de admitir que estava completamente apaixonado por aquela garota, foi quando senti um toque em meu ombro e então eu gelei, não tinha percebido que ela ainda estava ali, meus músculos enriqueceram e eu não me movi me obrigando a não encará-la

- Me... me desculpa Lucca. Eu não queria te fazer passar por isso[.- fiquei confuso mais ainda assim continuei quieto, mesmo pela fração de segundo que meu olhar se encontrou com o dela quando, Rose se colocou entre mim e a parede, eu evitei olhá-la, me sentia um fraco por ter exporto meu sentimentos dessa maneira, vulnerável, pois não sabia com lidar com aquilo. Olha... eu gosto de você Lucca. E não fiz isso porque você não vale nada para mim. Pelo contrario, é porque eu me importo com você que acabei tomando essa atitude.- se antes eu me sentia confuso agora eu estava ainda mais desnorteado, não conseguia entender as mudanças de humor que ela tinha que eram piores que as minhas, mais eu deixei de tentar entender quando senti o toque dela no meu rosto me fazendo olhar nos olhos dela, a sensação me que causava fazia todos aqueles pensamentos ficarem bagunçados e eu não desviar o olhar. –Eu tenho problemas na minha família, os quais não me permitem estar com você.- Aquela altura eu tinha esquecido a raiva, só ficará o receio de me decepcionar, mas não estava muito concentrado nisso e sim no toque dela em meu rosto, encostei minha mão na dela sentindo sua pele, seu toque e ate o cheiro dela exercia um efeito sobre mim no qual eu temia mas ao mesmo tempo adorava. –Me desculpa?! – a voz dela soou com musica em meus ouvidos, ate então não tinha distinguido as palavras, levei alguns minutos para perceber que ela
esperava uma resposta minha.



- você joga sujo comigo! – falei devido ao fato de como senti ela perto de mim me afetava. E então balancei levemente a cabeça em resposta ao pedido dela - Mas com uma condição não me faz uma dessa comigo de novo, não bagunça minha cabeça me deixando louco desse jeito! – deixei minha mão deslizar pelo braço ate o ombro dela – e por maiores que sejam o seus problemas e os meus, infelizmente já é meio tarde para me dizer que você não pode esta comigo - passei a mão nos cabelos dela pondo atrás da orelha – eu
estou ligado a você de um jeito sobrenatural do qual eu não faço a mínima idéia como explicar, só de ter você por perto eu fico...fico...
- olhei os lábios dela, tão convidativos, e era impossível resistir principalmente depois de todos aqueles dias longe dela, não cheguei a terminar aquela frase mais acho que fiz ela entender o que eu queria dizer, pois naquele momento eu a beijei de um jeito apaixonado e com uma vivacidade selvagem , simplesmente perdi a noção de tudo, como eu sentia a falta de ter ela em meus braços , que ate para afastar mesmo que alguns milímetros foi uma batalha difícil. - .. acho que isso deixa claro o que estava tentando dizer, e bem acho que temos que da um jeito de resolver esse seu problema porque o meu eu simplesmente posso ignorá-los,, mas nada nesse mundo vai me fazer perder mais uma vez alguém que amo..- sim ali tinha confessado mais uma vez que ela era importante pra mim, e aquilo era novo e de fato fiquei sem jeito e tentei não demonstrar isso- acho que seria um bom começo me explicar tudo, com mais detalhes dessa vez, hum ?
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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Dom Maio 01, 2011 9:19 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°:04
Sempre fui muito boa em construir uma mascara sobre as minhas emoções. Aprendi desde pequena como esconder o que eu realmente sentia, tudo graças ao meu pai, o qual não podia realmente saber o que se passava comigo. Ou seja, fiquei muito boa em mentir e omitir fatos para as pessoas a minha volta.
Conseguia agir dessa forma muito fácil perto de qualquer um, mas com o Lucca era diferente. Eu tentava ser fria, não demonstrar minhas verdadeiras emoções, mas quando ele estava por perto ficava muito mais difícil. Tentei afastá-lo de mim, depois que notei que já estávamos envolvidos demais. Isso era errado, devido ao que me aguardava depois que eu deixasse Hogwarts. Não podia me envolver com ninguém, não da forma como eu estava envolvida com o Lucca.
Estava nos fundos do Três Vassouras com ele. Nossa conversa havia sido completamente desastrosa, consegui deixá-lo mais irritado do que ele já estava. A ponto dele socar a parede próxima da minha cabeça e se afastar, pedindo para que eu fosse embora. Não consegui deixa-lo ali, e quando ouvi ele dizer que estava apaixonado por mim, qualquer tipo de armadura que eu tivesse criado foi ralo a baixo.
Aproximei-me dele, tentando explicar que o problema não era ele e que o verdadeiro problema era com a minha família. Estava presa entre ele e a parede, mas mesmo assim era difícil manter um contato visual. “você joga sujo comigo!” eu tinha que admitir. Eu jogava um pouco sujo sim! Ele balançou a cabeça em resposta a minha pergunta e eu dei um largo sorriso. Pelo menos ele tinha me desculpado. “Mas com uma condição não me faz uma dessa comigo de novo, não bagunça minha cabeça me deixando louco desse jeito!” meu sorriso desapareceu, estava demorando para ele colocar condições. “e por maiores que sejam o seus problemas e os meus, infelizmente já é meio tarde para me dizer que você não pode esta comigo” concordei com a cabeça o sentindo tocar meu cabelo. “eu
estou ligado a você de um jeito sobrenatural do qual eu não faço a mínima idéia como explicar, só de ter você por perto eu fico...fico
...” fiquei mais tranqüila ao saber que eu não era a única que se sentia da mesma maneira. Inesperadamente ele me beijou de uma forma apaixonada e selvagem a qual eu sentia falta nos últimos dias. Só agora eu notei o quão difícil estava sendo passar todos esses dias sem ele. Estava difícil me separar dele, mas ainda bem que ele conseguiu se afastar alguns milímetros.
.. acho que isso deixa claro o que estava tentando dizer, e bem acho que temos que da um jeito de resolver esse seu problema porque o meu eu simplesmente posso ignorá-los, mas nada nesse mundo vai me fazer perder mais uma vez alguém que amo..” eu mal conseguia lembrar sobre o que ele estava falando antes de dizer que me amava. Nunca tinha ouvido ninguém dizer isso nem para mim. “acho que seria um bom começo me explicar tudo, com mais detalhes dessa vez, hum ?” soltei um riso pensando como começaria contando para ele. -Eu acho que antes a gente devia dar um jeito na sua mão.- Para ser sincera, só queria mesmo achar um lugar que ninguém fosse nos escutar.
Segurei então a mão dele que não estava machucado e o guiei até o banheiro feminino, dei uma espiada antes de entrar para ter certeza que não havia ninguém ali e assim que ficou claro que o banheiro estava deserto puxei o Lucca para dentro, usando um feitiço para trancar a porta em seguida. Fui até a pia e deixei a água escorrer, colocando a mão dele machucada sob a água. –Quando eu disse que tenho problemas na família eu realmente estava falando serio. Toda a minha família é de uma linhagem pura de Grifinorios, e eu não. Meu pai nunca gostou dessa idéia e decidiu que é melhor para mim, quero dizer, para a imagem dele que a sua filha se case com um Grifinório puro assim que eu deixar Hogwarts.- Tentei abreviar o problema que eu tinha, mas ao mesmo tempo não queria assustar o Lucca. Não tinha coragem de olhar para ele, por isso estava encostada contra a pia e olhando para o chão.
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Mensagem por Lucca Ragazzi em Qui Maio 05, 2011 4:02 am

Eu sempre fui o tipo de pessoa que faz de tudo para afastar os outros, passei muito tempo da minha vida construindo uma mascara, evitando que os outros vissem alem dela. Mas desde que conheci a Rose parecia que ela enxergavam alem dessa mascara, parecia que ela me entendia apesar de nossos pequenos conflito.

Conversava com ela no fundo do três vassouras, queria saber porque ela estava estranha e me evitava, mas aquela conversa não saio bem como eu esperava, eu me descontrolei, sim eu tinha uma facilidade enorme para me exaltar, mas diferente do que muitos achavam eu nunca a machucaria. Depois de tudo que tinha dito e me conhecendo sabia que aquela situação podia piorar então pedi para que ela fosse embora e afastando dela.

Mas ai as coisa tomaram um rumo diferente, ela acabou escutando que eu a amava, sim era verdade eu gostava dela e depois disso ela disse que se importava comigo e que só estava fazendo tudo aquilo por causa de problemas na família dela.

Por mais que eu quisesse ignorar tudo aquilo não podia, pois sentia que era verdade, e eu não conseguia também ignorar o fato dela estar tão próximo a mim, sentir o toque dele escutar a voz dela falando comigo daquele jeito dizendo que se importava comigo, não dava para ignorar todas as sensações que me causavam. No fim a acabamos nos acertando e eu admitir o quanto ela jogava sujo pois ela sabia o quanto ela tinha influencia sobre mim e naquele momento eu acabei perdoando ela, mas estabeleci uma condição que mais saiu como um pedido do que imposição. Ela tinha que me prometer não fazer uma coisa daquelas de novo por qualquer que fosse o problema, naquele momento ela concordou e eu sorri com isso tocando o cabelo dela, ali eu admitir o quanto eu estava envolvido o quanto estava ligado a ela de um jeito que não sabia explicar tentei dizer com palavras como me sentia perto dela, mas foi através de um beijo que eu pude realmente demonstrar como eu ficava perto dela, o quanto eu gostava dela.

Foi difícil me afastar mesmo que fosse só alguns segundos, mas tive que fazer pois tinha coisas que ainda queria dizer, tínhamos que da um jeito de resolver o que quer que fosse pois eu não deixaria ela ficar longe de mim mas primeiro ela tinha que me explicar com mais detalhe tudo.

-Eu acho que antes a gente devia dar um jeito na sua mão.

Eu nem lembrava mais desse problema, o fato de ter ela perto de mim me fizera esquecer que estava machucado –ta bem faremos do seu jeito - eu disse quando ela me pegou pela outra mão me levando em direção ao banheiro feminino, no qual nos entramos após ela verificar que não tinha ninguém. Quando imaginei ser arrastado para o banheiro feminino não era bem desse jeito que acontecia!comentei com um sorriso safado no rosto em quanto ela trancava porta e me arrastava para junto da pia, sim acho que o fato de ter ela junto a mim tinha melhorado muito meu humor e ate piada eu estava fazendo.

– Quando eu disse que tenho problemas na família eu realmente estava falando serio. Toda a minha família é de uma linhagem pura de Grifinorios, e eu não. Meu pai nunca gostou dessa idéia e decidiu que é melhor para mim, quero dizer, para a imagem dele que a sua filha se case com um Grifinório puro assim que eu deixar Hogwarts.- ela falava em quanto abria a torneira e colocava minha mão debaixo da água, eu fiz uma cara feia mas não por causa do corte da mão e sim por que ao saber que um casamento espera ela quando saísse de hogwarts e aquilo fez com que cada molécula do meu corpo gritasse em protesto “minha”, eu não admitia que ela fosse de outro, respirei fundo e percebi que ela encarava o chão, me aproximei dela e peguei em seu queixo fazendo a olhar para mim.Ele não pode te obrigar a isso! Só porque você não esta numa casa que sua família inteira pertenceu não te faz indigna de nada, suas escolhas é que define você, ele devia se orgulhar de você, da garota que é , desculpe mas eu não acho que ser Grifinorio signifique alguma coisa, não digo isso por ser Soncerino, mas sim por saber que não há nada que condiga a uma atitude digna da parte de um grifo, mas não me surprienderia afinal ele não seria o primeiro a ser um idiota... desculpa... – acariciei o rosto dela olhaloirinha, o que quero dizer é que eu te entendo mais do que imagina, mas você não tem que fazer as vontades dele ou se inclinar sobre o que ele quer para ter a aceitação dele, se ele não sabe se orgulhar da pessoa maravilhosa que é ele não merece a filha que tem... então acho que o sogrão vai te que me engolir e como ate você sai de hogwarts você vai ta de maior pode muito bem ficar ir morar comigo casa é grande e vou adorar te azucrinar um pouco...- eu sorri trazendo ela para perto de mim – mas agora como ta tudo decidido e temos muita saudades para matar-falei beijando pescoço dela e sentindo seu perfume - que tal se a gente começasse por em pratica aquela minha fantasia que comentei quando entramos...hoje não tem como escapar de mim! – continuei a enchendo de beijos no pescoço traçando caminho ate os lábios dela, e a beijando com paixão.
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Sab Maio 07, 2011 12:33 am


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°: 05


Como era difícil essa fase que eu estava passando. Nunca pretendi me apaixonar por alguém, se não estivesse apaixonada ia ser mais fácil aceitar, seja quem for que meu pai escolhesse para que eu casasse. Não gostava da idéia de me casar com alguém que eu não quisesse, mas sabia que não tinha muita opção. Por isso que eu não devia ter deixado minha relação com o Lucca chegar tão longe. Agora eu estava apaixonada com ele e o meu destino não era muito bom.
Estava trancada no banheiro feminino e contava ao Lucca o que estava acontecendo. Me sentia envergonhada pelo o que meu pai queria fazer comigo. Me diz quem tem um casamento arranjado pelo pai nos dias atuais?! Se você respondeu a Rosalie acertou! Estava encostada na pia, sem coragem de olhá-lo, principalmente por ter escondido isso dele.
Ele segurou meu queixo e me fez olhar para ele. “Ele não pode te obrigar a isso! Só porque você não esta numa casa que sua família inteira pertenceu não te faz indigna de nada, suas escolhas é que define você, ele devia se orgulhar de você, da garota que é , desculpe mas eu não acho que ser Grifinorio signifique alguma coisa, não digo isso por ser Soncerino, mas sim por saber que não há nada que condiga a uma atitude digna da parte de um grifo, mas não me surprienderia afinal ele não seria o primeiro a ser um idiota... desculpa...” tentei forçar um sorriso para ele, mas era uma pena que meu pai não pensasse da mesma forma que o Lucca pensava. Para meu pai tudo girava em torno da Grifinória. “olhaloirinha, o que quero dizer é que eu te entendo mais do que imagina, mas você não tem que fazer as vontades dele ou se inclinar sobre o que ele quer para ter a aceitação dele, se ele não sabe se orgulhar da pessoa maravilhosa que é ele não merece a filha que tem... então acho que o sogrão vai te que me engolir e como ate você sai de hogwarts você vai ta de maior pode muito bem ficar ir morar comigo casa é grande e vou adorar te azucrinar um pouco...” ele me puxou para mais perto e meus pensamentos começaram a ficar embaralhados na minha cabeça. “mas agora como ta tudo decidido e temos muita saudades para matar” soltei um riso mordendo meu lábio inferior. –Temos, é?!- ele começou a beijar meu pescoço. “que tal se a gente começasse por em pratica aquela minha fantasia que comentei quando entramos...hoje não tem como escapar de mim!” ele continuou beijando meu pescoço e fazendo caminho para a minha boca. Beijei-o com paixão, correspondendo ao seu beijo como se eu não o beijasse a anos. Estava com saudades dele e só agora havia dado conta de como era grande essa saudades.
Puxei ele para mais perto pela blusa, ficando pensada entre a pia e ele. Não podia negar que não estava gostando de estar ali, mas realmente estava com receio que alguém entrasse no banheiro, por mais que eu tivesse trancado a porta. Mordisquei o seu lábio inferior antes de morde-lo no queixo. –gosta do perigo de alguém nos encontrar é?!- sussurrei em seus lábios e o beijei novamente. Com um movimento da varinha e um ótimo feitiço executado mentalmente a porta do banheiro se abriu. –Eu acho que preciso avisar o Mathew que a aula de hoje foi cancelada.- dei um sorriso safado para ele seguido de um selinho e depois me esquivei até a porta.


Última edição por Rosalie Marie Stewart em Sex Maio 20, 2011 12:37 am, editado 1 vez(es)
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Lucca Ragazzi em Sab Maio 07, 2011 8:53 am

Rose me levava para o banheiro feminino e em quanto cuidava de mim me contava com maiores detalhes o tipo de problema que ela estava tendo e que nos impedia de ficar junto. A cada momento que ela ia falando de que o pai não gostou dela ser uma Sonserina, eu ia começando a entender como funcionava a mente dele, então não me surpreendeu muito a atitude desesperada do homem de querer casar a filha com um grifinorio, mas aquilo não me agradou nem um pouco, e sabem de uma coisa eu estava disposta a comprar uma briga daquelas para ter ela ao meu lado.

Eu peguei no queixo dela querendo que ela olhasse , então comecei a falar para ela que ele não tinha o direito de obrigar a ela a se casar , eu era completamente contra aquilo e entendia o que ela estava passando e uma coisa era certa eu não iria deixar que aquilo acontecesse com ela, tanto que ate disse que ela tinha lugar pra ficar só bastava ela ir morar comigo.

Como no meu ver já tinha traçado todo um plano e solução pra o problema dela achei melhor aproveitarmos o tempo que tínhamos para matar a saudades, sim porque ficar longe dela todo aquele tempo eu tava que não me agüentava mais para poder encher ela de beijos.–Temos, é?! – ela falou em quanto eu a enchia de beijos no pescoço – Sim muito por sinal- eu respondi ainda a beijando e também aproveitei pra sugerir da gente por em pratica umas idéias minhas. Fui beijado pescoço de ela te meus lábios encontrarem os dela e então nos beijarmos avidamente.


Senti ela me puxar para ficar ainda mais perto dela e eu a envolvi mais em meus braços. Sentia falta de tudo aquilo, do jeito como ela mexia comigo, de ter os lábios dela no meu. Ela mordiscou meu lábios e queixo. –gosta do perigo de alguém nos encontrar é?!- ela sussurrou.

- adoro essa sensação – ela então me beijou e eu correspondi com ainda mais volúpia, nem tinha me tocado que ela naquele momento tinha destrancado a porta, quando me dei por mim , ela disse –Eu acho que preciso avisar o Peter que a aula de hoje foi cancelada.- ela me deu aquele sorriso safado que me deixava louco para agarrá-la novamente e após me da um selinho ela se virou em direção a porta, mas dessa vez eu fui rápido, e a abracei por trás a puxando pela cintura. –Não mesmo- eu lhe disse com um meio sorriso no roto e com a segurando ainda com um braço. E com outro puxei a varinha, que com alguns movimentos voltei a trancar a porta e a lançar uns feitiços de segurança guardando a varinha logo depois -.. já lhe disse hoje você não me escapa ...- falei sussurrando no ouvido dela mordendo o lóbulo da orelha dela- não seremos interrompidos cuidei para que isso não aconteça...- Sorri afastando o cabelo dela e beijando sua nuca , e agilmente minhas mãos já percorriam o corpo perfeito dela, sabia exatamente como provocar-la e fazer seu corpo se arrepiar.
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Dom Maio 08, 2011 9:11 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°: 06
Estar trancada com o Lucca no banheiro feminino do Três Vassouras até que não era uma má idéia. A sensação de perigo que alguém nos pegasse era interessante e para ser sincera estava gostando dessa sensação. Mas mesmo assim tinha que ter bom senso e não deixar o Mathew esperando mais ainda, sendo que eu não ia voltar tão cedo para a mesa.
Estávamos matando as saudades da melhor maneira possível. Puxando ele para mais perto e o beijando. Usando a varinha abri a porta do banheiro e disse que precisava avisar o Mathew que a aula tinha sido cancelada. Dei um sorriso safado para ele seguido de um selinho antes de me virar para a porta.
Fui surpreendida por ele me abraçando por trás e me puxando pela cintura. Soltei um riso quando escutei ele falar: “Não mesmo” ele puxou a varinha e fechou novamente a porta. “já lhe disse hoje você não me escapa ...” um arrepio percorreu meu corpo quando ele sussurrou no meu ouvido e mordeu a minha orelha. Como se eu realmente fosse escapar dele agora. “não seremos interrompidos cuidei para que isso não aconteça...” ele afastou o meu cabelo, me dando um beijo na nuca e me provocando. –Não me provoque, Lucca...- Ele realmente não devia me tentar tanto.
Virei-me ficando novamente de frente para ele e o beijei ardentemente. Já estava ficando muito difícil esconder o quanto eu desejava o Lucca. Fomos recuando até que ele ficou contra a parede e por algum motivo eu estava gostando da idéia de deixar ele preso ali. Uma das minhas mãos estava cravada em seu cabelo enquanto a outra achava caminha sob sua blusa.
Era estranha a forma a qual eu me sentia tão ligada a ele nesse momento. Nunca pensei que poderia sentir algo parecido por alguém, assim como nunca tive um sentimento parecido com esse. Podia afirmar para qualquer um que estava apaixonada pelo menino provavelmente mais temido da escola, o qual era um lobisomem e sonserino. Se meu pais soubesse disso ficaria desgostoso com total certeza. E provavelmente faria o que fosse preciso para me separar do Lucca.


Última edição por Rosalie Marie Stewart em Sex Maio 20, 2011 12:38 am, editado 1 vez(es)
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Lucca Ragazzi em Ter Maio 10, 2011 7:06 am

Já estava provado que ficar longe da Rose me tornava um perigo eminente para população, e por mais que eu e ela nos desentendêssemos algumas vezes, a gente sempre se entendia no final. Minha ligação com ela era inexplicável, era um sentimento que ia alem e que eu nunca tinha sentido antes em minha vida.

Estar sozinho com ela em meio ao banheiro feminino e com aquela sensação de que a qualquer momento poderíamos ser pegos, por mais que a porta tivesse trancada, sem duvida me causava uma ótima sensação, mas misturado com os beijos da Rose tudo ficava ainda melhor.

Eu mal conseguia raciocinar direito, mas também quem disse que eu queria pensar? Eu estava mais interessado em senti os lábios dela nos meus de poder matar toda aquela saudade que sentia dela, poder ter o corpo perto do meu. Então imagina como eu fiquei quando ela resolveu bancar a difícil e dizer que ira avisar ao carinha que a essa altura devia ter virado parte do móvel, bem não estava muito interessado nisso e sim no fato de que eu não iria deixar ela ir a lugar nenhum principalmente agora que as coisas estava tão bem, queria aproveitar cada segundo perto dela. Então eu a puxei abraçando pela cintura e dizendo que ela não iria a lugar nenhum, e naquele momento aproveitei para voltar a fechar a porta com um feitiço. Sussurrei no ouvido dela que ela não me escaparia hoje, lhe mordisquei a orelha e lhe disse que não seriamos incomodados, em quanto afastava os cabelos dela lhe beijava a nuca e passeando a mão pelo corpo dela.

–Não me provoque, Lucca...

- Mas eu só estou começando - Eu sorri, continuando a provocá-la. Ela então se virou pra mim novamente me beijando com voracidade, correspondi com a mesma intensidade. Quando dei por mim estava contra a parede e sentia o toque dela possessivo sobre mim a mão dançar sobre meu peito, fazia com que cada parte do meu ser a desejava cada vez mais próximo a mim, queria senti o calor do corpo dela ao meu, e aquelas malditas roupas atrapalhavam tudo isso. Minha camisa foi a primeira a dançar na historia, pois eu a abri tão rápido que alguns botões voaram deixando meu abdômen exposto livra pra eu senti o toque dela sobe minha pele assim como na noite em que ela cuidava de mim, sabia que depois teria que pregar cada botão, mas não tava muito ligando para isso, minha mente estava na loira a minha frente a quem eu beijava com cada vez mais ímpeto. Naquele momento puxei a Rose para mais perto e deslizei meus lábios em direção ao pescoço dela mordiscando, adorava o perfume dela me fazia desejá-la ainda mais, girei meu corpo agora deixando ela entre mim e a parede. Passei a mão esquerda pelos cabelos dela e apertei sua nuca trazendo seus lábios para junto ao meu em mais para mais um beijo voraz, em quanto deslizava a mão direita pelo copo dela ate para em sua coxa.

Eu me via completamente apaixonado, nunca tinha me sentido assim antes, e naquele momento a ultima coisa que queria pensar era nos problemas que a vida insista em colocar no nosso caminho. Ali com ela, só conseguia pensar no quanto a amava, no quanto era bom sentir ela próximo a mim.Não tinha duvidas do que eu sentia por ela, Rose conseguiu o que ninguém nunca tinha conseguido, fazer a fera que existia dentro de mim ficar completamente apaixonado por ela.
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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Qua Maio 18, 2011 11:07 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°: 07
Eu não devia estar com o Lucca no banheiro e nessa situação. Não podia ter deixado nosso relacionamento chegar tão longe. A principio foi apenas o momento, ele tinha me tentado na sala, mas eu não consegui resistir. E após eu estava pretendendo apenas brincar e me divertir com ele, e no fim acabei me apaixonando perdidamente por ele. A ponto de não pensar nas conseqüências que isso me traria depois.
Tentei sai do banheiro e avisar o Matt, mas isso na verdade era apenas uma desculpa para fugir dele. Temia o que eu podia acabar fazendo se ficasse muito tempo sozinha com o Lucca.
Mas a minha tentativa não deu certo e fui impedida pelo Lucca de deixar o banheiro. Ele estava me provocando, beijando meu pescoço, e eu não consegui resistir por muito mais tempo. Comecei beijá-lo ardentemente, recuando até que ele ficasse preso entre a parede e mim. Podia sentir seu corpo quente grudado ao meu e todo aquele calor do seu corpo passava para o meu, me esquentando por completo.
Aqueles malditos uniformes estavam atrapalhando bastante, e a primeira coisa que desapareceu foi a camisa dele. Ela foi arrancada com tanta força que alguns botões voaram pelo banheiro. Deixando o seu abdômen exposto e por mais que não fosse a primeira vez que o via, me deixava encantada. Não hesitei para tocar aquela pele macia que permanecia a mesma desde a noite em que cuidei dele. Seus lábios tomaram caminho para o meu pescoço, dando leves mordiscadas no caminho.
Puxando-me para mais perto fui girada, ficando entre a parede e o Lucca. Sua mão pressionava minha nuca, atraindo meus lábios aos seus e beijando-me novamente. Enquanto uma de minhas mãos estava pousada em seu abdômen e a outra o puxava para mais perto pela nuca. Fiz caminho até seu queixo mordendo levemente e fazendo caminho até seu ouvido, dando uma leve mordiscada antes de sussurrar: -Te amo, Lucca.- Sorri levemente e mordi o lábio inferior, transformando o sorriso em safado. Minha mão que estava em seu peitoral desceu até parar no cinto da sua calça antes de voltar beijá-lo.
Só o Lucca mesmo que conseguia fazer que eu me esquecesse de tudo e todos os problemas e conseguisse concentrar todos meus pensamento, ações e sentimentos. Ele roubava minha concentração e minha cabeça não funcionava com tanta clareza. Eram muitos sentimentos juntos que meu deixava completamente confusa.
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Mathew Hooper em Sex Maio 20, 2011 2:04 am

Tive durante a manhã a maldita aula de Poções. Definitivamente, poções nunca foi e nunca será minha matéria favorita. A única coisa que eu podia achar bom naquelas aulas era a Rose. Uma sonserina, que conseguia arrancar um suspiro fácil de qualquer outro cara. Ela tinha me prometido que me ajudaria com poções, já que é uma ótima aluna. Combinamos de nos encontrar depois da aula, comer algo e depois estudar.
Só de passar um tempo com ela já me fazia esquecer qualquer chateação que poções me causava. Deixamos o castelo juntos e fomos até o Três Vassouras comer alguma coisa. Antes de chegar Rose estava tranqüila, e ela pareceu ficar um pouco nervosa e incomodada quando entramos no Três Vassouras. Ela me pediu para que pegasse uma mesa enquanto ia ao banheiro.
Escolhi uma mesa um pouco mais afastada e pedi uma cerveja amanteigada enquanto esperava a Rose voltar. O tempo parecia não passar e a Rose estava demorando de mais, muito tempo mesmo e eu estava começando a me perguntar o porquê ela estava demorando tanto.
Decidi que era melhor ir atrás dela, talvez ela precisasse de mim. Procurei pelos fundos do bar, olhei em tudo o que pude, faltava apenas o banheiro feminino. Bati algumas vezes na posta e chamei por ela, mas não houve resposta. Tentei abrir a porta então, mas ela estava trancada e pelo visto era por dentro.
Tirei a varinha e com apenas um movimento a porta abrir se escancarando, batendo na parede e voltando. Antes que ela se fechasse de novo, adentrei no banheiro, me deparando com uma cena que preferia não ter visto. Um casal estava nos maiores amassos no banheiro e quando prestei um pouco mais atenção reconheci um deles. Era a Rose que estava agarrada a um outro cara. Senti meu sangue subir a cabeça e meus músculos contraírem. –Otima ajuda que você está me dando, Rose.- Disse secamente fechando meu punho para controlar minha raiva.
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Mensagem por Lucca Ragazzi em Dom Maio 22, 2011 2:38 am

Havia coisa na vida das quais não tinha explicação, eu que nunca tinha me visto apaixonado ou ligado a ninguém, e estava agora perdidamente apaixonado pela Rose. O destino tinha colocado ela em minha vida de um jeito inusitado acabamos nos deixando levar e quando eu finalmente me dei conta já não coseguia mais me ver longe dela.


Depois das coisas que tinham acontecido e dos dias que ficamos separados não era para menos que depois de nos entendermos e de eu compreender o que estava acontecendo, era obvio eu precisava matar toadas saudades que sentia dela, e então entre um beijo e outro dentro do banheiro feminino, ela me inventa de ter que ir avisar o moleque que tinha vindo com ela no três vassouras. Entretanto como não me importava nem um pouco com o moleque, tratei de impedir ela de sair. Não
tinha a pretensão nenhuma de deixar a garota que eu amava ficar longe de mim e para ter certeza de que meus argumentos eram fortes o bastante, quando a enchi de beijos no pescoço.


Bem meus argumentos foram aceitos, pois ela tinha deixado de lado a idéia de sair dali e me encurralou na parede em quanto me beijava ardentemente. Nossos corpos ali juntos e a queria senti ainda mais perto de mim, queria o toque dela sobre minha pele, mas nossas roupas atrapalhavam e muito e sem muita paciência minha camisa foi a primeira que entrou pra historia pois abri com tanta força que acho não serviria pra mais nada. Eu não tava me importando com nada a não ser com a Rose, em senti o corpo dela cada vez mais próximo ao meu, sentindo o toque dela.

Eu era louco por ela em todos os sentidos e sem nem hesitar um segundo apertei seu corpo conta o meu e deslizando meus lábios pelo pescoço dela girei nossos corpos, a deixando contra a parede e novamente busquei os lábios dela para mais um beijo apaixonado. Ela me puxou para ficar mais próximo a ela, em então ela morder levemente meu queixo, em quanto minha mão subia e descia pela coxa dela. -Te amo, Lucca.– Ouvi ela sussurra e aquilo fez meu coração disparar, era ótima a sensação de saber que ela sentia por mim o mesmo que eu sentia por ela.- Anch'io ti amo, non posso viveresenza te! – eu disse sorrindo no mesmo momento que ela sorria pra mim. Ela mordiscou meu lábio e seu sorriso mudou para um sorriso mais travesso, naquele momento senti a mão dela deslizar pelo meu peito ate o cinto em quanto nos beijávamos. Minhas mãos exploravam o corpo dela buscando algumas brechas em sua roupa, eu estava completamente alheio ao que acontecia ao meu redor que nem percebi o movimento do lado de fora do banheiro. Então o barulho da porta batendo contra a parede e uma voz a nossas costas me fez perceber que não estávamos mais sozinhos. –Otima ajuda que você está me dando, Rose. – franzi o cenho e virei a cabeça encarando a figura atravessado, me mantive onde estava protegendo instintivamente a Rose, um leve rosnado involuntário saiu de minha garganta, não tinha gostado nem um pouco da interrupção e muito menos do modo que ele se dirigiu a minha Rose.-Veja lá como fala com ela! – advertir realmente irritado com apresenta do tal Matt – acho bom se mandar daqui moleque, vai ser melhor para você! – encarava ele com um olhar perigosamente selvagem, o que era um alerta de advertência a ele, pois eu poderia simplesmente ceder a meus instintos e desmembrar ele, afinal eu não tinha gostado de ver ele perto dela desde o momento que entrou no três vassouras.
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Sab Maio 28, 2011 9:13 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°:08
O mundo podia acabar nesse exato momento que eu não ligava nem um pouco para o que estava acontecendo lá fora. Tudo o que importava era o Lucca e o sua pele quente que aquecia a minha. Era difícil de acreditar que em tão pouco tempo uma coisa tão forte havia sido construído entre nós. Tão forte que nem mesmo meu pai poderia nos separar.
Estava trancada com o Lucca dentro do banheiro feminino nos três vassouras. Estava adorando aquele momento, tão próxima do Lucca, sentindo seu toque, podendo tocar sua pele quente e seus lábios. Ele estava me deixando maluca, de forma que não conseguia pensar no que estava fazendo e deixando meu corpo agir por puro impulso.
Meu corpo estava muito próximo ao dele, e sua camisa já havia desaparecido para a minha alegria. Minha mão percorria seu peitoral nu, enquanto a dele percorria meu corpo. Aproximei minha boca de seu ouvido e sussurrei que o amava. “Anch'io ti amo, non posso viveresenza te!” sorria, mesmo não tendo entendido uma palavra do que ele disse, mas a forma com que ele disse provavelmente dizia o que ele sentia por mim. Mordisquei a boca dele e meu sorriso se transformou para um sorriso safado. Minha mão deslizou por seu peito nu e parou quando chegou no cinto de sua calça.
Mal conseguia notar qualquer coisa fora do normal que acontecia em nossa volta, mas escutei o barulho de uma porta se abrir bruscamente. Olhei por cima do ombro do Lucca e notei que a porta do banheiro estava escancarada e me amaldiçoei quando vi o Matt entrar no banheiro. Eu não sabia se sentia vergonha da forma que ele me encontrou ou se ficava irritada comigo mesma por não ter conseguido ir avisá-lo, cedendo ao pedido do Lucca. “Otima ajuda que você está me dando, Rose” ele parecia estar muito furioso por ter deixado-o esperando. “Veja lá como fala com ela!” ótimo, agora tínhamos um Grifinorio e um lobisomem irritados no banheiro. Boa coisa não ia dar. “acho bom se mandar daqui moleque, vai ser melhor para você!” Ok. Eu precisava fazer algo antes que o Lucca voasse no pescoço do Matt. –Lucca...- disse em voz baixa para chamar sua atenção, e assim que ele olhou para mim tratei de dar um selinho nele. Era a melhor forma que eu conhecia para acalmar a fera. Mas logo me afastei dele indo em direção ao Matt. –Me desculpe por ter te deixado esperando, é que eu...- olhei para o Lucca me lembrando do que havia passado e cheguei na conclusão que o Matt não precisava saber. –Será que podemos deixar a aula para outro dia?!- sorri para ele esperando que ele fosse ceder e me deixar sozinha com o Lucca novamente. Era a melhor coisa que ele podia fazer no momento.
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Mensagem por Mathew Hooper em Ter Maio 31, 2011 12:47 am

Ver aquele Sonserino tocando na Rose me fez o sangue subir a cabeça. Eu não era nada alem de um amigo da Rose, mas não podia negar que me sentia atraído por aquela guria que conseguia mexer com meus sentimentos com apenas um sorriso. Mesmo que ela nunca tivesse me dado alguma esperança de algo mais concreto, persistia em acreditar que um dia nós acabaríamos juntos.
Por isso que não gostei nada da Rose ter sumido por tanto tempo enquanto apenas ia ao banheiro. Resolvi procurar por ela, e quando a encontrei não gostei nada do que vi. Ela estava nos amassos com um Sonserino do mesmo ano que eu. Meu sangue subiu a cabeça e fechei meu punho tentando me controlar para não voar na garganta dele.
Assim que a porta abriu com violência e eu adentrei no banheiro, ambos pararam o que estavam fazendo e me olharam. Me dirigi a Rose, ignorando a presença do outro cara e comentei que era ótima a aula que a Rose estava me dando. Para meu desagrado não foi ela que me respondeu, e sim ele. “Veja lá como fala com ela!” revirei meus olhos ainda esperando uma resposta da Rose. “acho bom se mandar daqui moleque, vai ser melhor para você!” Ignorei mais uma fez o que ele disse, me recusava dirigir a palavra para um idiota como esse. Podia afirmar isso, pois ele devia acreditar que um olhar selvagem como o que ele olhava para mim fosse me assustar.
Fui obrigado a desviar o meu olhar quando a Rose tratou de beijá-lo, talvez ela pudesse ter um pouco mais de consideração comigo e não fazer essas coisas comigo. “Me desculpe por ter te deixado esperando, é que eu...” Rose deixou o cara para trás e se aproximou de mim. “Será que podemos deixar a aula para outro dia?!” fiquei grato por ela não ter terminado a frase e mudado de assunto. Mas eu não sairia dali sem levá-la comigo. Não ia permitir que ela ficasse próxima desse selvagem, não importa o que eu teria que fazer, mas a tiraria dali comigo. –Desculpe Rose, mas sabe quanta dificuldade eu tenho em Poções.- me aproximei dela, segurando a sua mão e levantando até a altura do meu queixo. –E sabe que preciso terminar meu dever logo se não quiser reprovar.- Dei um leve beijo em sua mão e dirigi meu olhar para o cara lá trás. Era possível ver como ele estava sentindo ódio de mim nesse momento e isso era bom, muito bom.
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15/10- Três Vassouras- Tarde Empty Re: 15/10- Três Vassouras- Tarde

Mensagem por Lucca Ragazzi em Sex Jun 03, 2011 9:16 pm

Eu não tava nem ai para o que estava acontecendo fora do banheiro na verdade nem prestando atenção eu tava, a única pessoa que estava em minha mente era a Rose, era ela que eu pensava, era ela que eu queria senti cada vez mais junto a mim.Em outras palavras tudo ia perfeitamente bem, melhor que isso tudo estava ótimo e a tendência era sem duvida melhorar.

Entretanto as coisas pareciam insistir em nunca corre como a gente deseja, ou seja, Merlin gostava de sempre por alguma coisa para atrapalhar quando tudo estava perfeito, dessa vez o era a vez de um grifo idiota e metido a besta de estragar tudo.

O moleque entrou todo irritadinho e falando de um jeito com a Rose que me fez senti o sangue borbulhar, eu já não gostava dele, pois o jeito dele me dizia que os interesses dele para com a minha garota eram outros que apenas estudos. Então mandei que ele maneirasse o tom de voz e se mandar dali o mais rápido possível, antes que eu desse ouvidos a meus instintos e arrancasse a cabeça dele do corpo. Ele ignorou o que eu disse e a Rose foi quem interviu prevendo o possível massacre que aconteceria. –Lucca...-A voz dela soou tão doce nos meus ouvidos que sem nem pensar voltei minha atenção a ela e ao sentir os lábios dela nos meus, ela me desarmou por completo que eu nem lembrava mais porque tinha me irritado. Bem o efeito do selinho não durou muito, pois assim que ela se dirigiu ao moleque no banheiro me fez lembra de que não estávamos sozinhos e o quanto eu ainda queria arrancar a cabeça do garoto por ter atrapalhado tudo.–Me desculpe por ter te deixado esperando, é que eu..- ela olhou pra mim voltou a olhar para ele, fiquei aliviado por ela não da explicações ao garoto e tentar despacha-lo logo.- Será que podemos deixar a aula para outro dia?!– Entretanto eu não a queria que ela se aproximasse de mais dele, e bem acho que o garoto estava lendo meus pensamentos pois foi ele que se aproximou ate de mais dela o que fez com que eu fechasse meus punhos com tanta força que podia sentir minha mão ficar quase dormente. –Desculpe Rose, mas sabe quanta dificuldade eu tenho em Poções.-A atitude dele de pegar na mão dela só fez piorar o que eu sentia uma mistura de ódio dele e ciúmes, Ela era minha, era isso que minha mente gritava .–E sabe que preciso terminar meu dever logo se não quiser reprovar.-Quando ele beijou a mão dela, meus dentes trincaram eu via o olhar dele na minha direção com aquele sorrisinho que quem estava curtindo esta perto dela e ao mesmo adorando me irritar. Naquele momento me coloquei tão rápido entre os dois que ele teve que soltar a mão dela, não dei nem tempo dele dizer alguma coisa, voei minhas mão na garganta dele nos distanciando da Rose – A maioria de vocês grifinorios são mesmos uns idiotas, nunca entende as coisa de um jeito facil! – soquei com muita força o estomago do garoto - Infelizmente para você não tenho tanta paciência e acho que agora entendeu que não tem aula hoje! E só mais uma coisa...- Deferi outro soco dessa vez com mais gosto no rosto dele. esse é só um lembrete, que da próxima vez que encostar nela com tal intimidade assim vou quebrar cada parte do seus corpo e te vira do avesso! – falei me virando voltando ate a Rose e a pegando no colo para leva-la comigo-Vamos!
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Mensagem por Rosalie Marie Stewart em Sex Jun 03, 2011 11:17 pm


Rosalie Marie Stewart | Três Vassouras | Post n°: 09 | Próximo Post: Estrada de Hogsmeade
Ter um sonserino e um grifinorio, juntos no mesmo banheiro não era uma boa idéia. Não quando ambos se sentiam atraído por mim. Não quero me gabar, mas sabia dos sentimentos que o Lucca tinha por mim, assim como também havia notado a forma que o Matt agia e olhava para mim.
O Matt tinha entrado no banheiro de surpresa e acabado com o clima que rolava entre eu e o Lucca, não sabia se ficava irritada por ele ter atrapalhado ou se ficava com vergonha pelo jeito que ele havia me pegado. De qualquer maneira, sabia que ficar ali com os dois não ia dar em boa coisa, principalmente devido a maneira que o Lucca falava com o Matt. Chamei então atenção do Lucca para que assim ele relaxasse um pouco e depois fui falar com o Matt.
Pedi para ele delicadamente se ele podia deixar a aula para outro dia. “Desculpe Rose, mas sabe quanta dificuldade eu tenho em Poções.”Matt se aproximou de mim e segurou minha mão. Não ousei olhar para trás, mas podia imaginar como o Lucca devia estar. Desculpe Rose, mas sabe quanta dificuldade eu tenho em Poções.” Foi nesse momento que eu me amaldiçoei por ter permitido que o Matt segurasse minha mão, pois depois ele deu um beijo em minha mão e não demorou nada para que o Lucca se colocasse entre nós.
Lucca agarrou o Matt pelo pescoço e o afastou de mim. Não adiantou muito porque eu fui atrás do Lucca. Sabia que eu não tinha força o suficiente para separar eles, mas talvez o Lucca me escutasse enquanto chamava por ele. “A maioria de vocês grifinorios são mesmos uns idiotas, nunca entende as coisa de um jeito facil!” O Lucca socou o estomago do Matt e eu pude sentir a dor em mim. Não queria que o Matt se ferisse por minha causa. “Infelizmente para você não tenho tanta paciência e acho que agora entendeu que não tem aula hoje! E só mais uma coisa...” dessa vez o soco foi no rosto do Matt e eu não consegui segurar um ofego. “esse é só um lembrete, que da próxima vez que encostar nela com tal intimidade assim vou quebrar cada parte do seus corpo e te vira do avesso!” assim que notei que o Lucca estava se afastando um pouco do Matt me aproximei para ver como ele estava, para que assim pudesse cuidar dele, mas antes que eu pudesse sequer dar dois passos o Lucca me pegou no colo. “Vamos!” Não queria deixar o Matt naquele estado ali. –Não!! Lucca, me coloque no chão agora!- Disse me esperneando e dando tapas nas costas do Lucca para ver se ele me soltava. –Me desculpe.- disse para o Matt antes de sair de vez do banheiro carregada pelo Lucca.
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