Hogwarts Revelium
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15 de Outubro
sexta-feira
a temperatura agradável permite que os habitantes de Hogwarts andem com roupas leves. Durante o dia o céu é claro e bonito, fazendo com que os jardins fiquem lotados por alunos em busca de um banho de sol. A noite o céu é estrelado e há um grande movimento de alunos em direção a Hogsmeade por causa de uma festa que o diretor permitiu a presença destes.
AÇÕES:
- aula de aritmancia para o 7° ano
- aula de poções para o 6° ano
- festa no Pub MixysBars, em Hogsmeade




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Apenas uma tarde para pensar.

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Apenas uma tarde para pensar. Empty Apenas uma tarde para pensar.

Mensagem por Alice Tanner em Seg Maio 16, 2011 3:45 am

Alice fechou os olhos e recaiu em profundas lembranças de sua antiga vida, eram muito confusas, mas se lembrava de que a fazia feliz.
-...Feche os olhos. O que importa é o gosto.
Alice sussurou para si.
"Era sempre bom lembrar-se da triste história das jujubas azuis...
Alice estava em uma praça próxima a sua casa, quando um menino sentou-se ao seu lado comendo algo. Alice não olhou para ele, ficou olhando para o céu sem nenhuma preocupação. Minutos de silencio se passaram até que o menino quebrasse o silencio dizendo:
- Acabou...
Alice apenas olhou para ele e nada disse, porém o garoto insistia em um dialogo onde Alice não estava a fim de participar. O Menino percebendo que Alice nada iria dizer olhou para ele e disse:
-As jujubas.
Alice olhou para o menino com seu olhar penetrante e então se deu conta de que se não falasse o menino não a deixaria em paz, Alice decidiu responder na vaga esperança de que ele fosse embora, mas mal sabia a menina que aquele era o inicio de uma amizade e até algo mais.
- Mas ainda tem um monte aí...
Assim que falou a menina se arrependeu, pois o menino não iria parar de falar. Ela fitava o céu e pensava em varias coisas, queria apenas ficar quieta porem o menino não parava de incomodá-la.
- Mas são só as azuis.
Alice continuou a olhar para o céu. Observava as nuvens e tentava atribuir um formato para cada uma delas. Então instintivamente disse:
-Hum...
Como era de se esperar o menino prosseguiu com a conversa que mais tarde Alice decidiu chamar de monologo.
-Ninguém come as azuis.
Assim que foram ditas essas palavras Alice olhou para o menino com grande curiosidade, ela sempre fora uma menina curiosa e sempre queria descobrir o porquê das coisas. Então ela encarava o menino com o mesmo olhar penetrante, um olhar de fascinação ela mexia sua cabeça de forma robótica e isso demonstrava sua curiosidade.
- Por que...?
Alice mal tinha dito as palavras quando o menino a interrompeu com indignação.
- Por quê?!
Alice não sabia o que dizer, afinal nunca tinha ouvido que ninguém comia jujubas azuis, para ela aquilo passava de invenção do garoto, mas então continuou olhando pra ele até que ele disse
- São azuis, oras!
Alice não entendia o porquê disso, aquilo não fazia sentindo então continuou a olhar para ele fixamente, evitando piscar. O menino percebendo a atenção de Alice olhava para ela e dizia:
-Vermelho é morango, laranja é laranja, roxa é uva, verde é limão... Azul é o quê?
Alice olhava para ele e não compreendia, mas ouvindo a lógica do menino ele tinha razão, ninguém sabia do que eram as jujubas azuis. Então ficou quieta, olhando pra ele, ficaram alguns minutos em silêncio, o esperado fim de conversa que Alice tanto desejava porem ele havia lhe provocado a curiosidade e ela não deixaria ir sem explicar a historia direito. Alice olhou fixamente para ela quebrou o silencio e disse
- Já provou...?
Instantaneamente o garoto responde.
- Lógico que não.
Alice olhava e formulava uma resposta, então disse:
-Como pode, então, ter esse preconceito quanto às jujubas azuis...?
O menino mais que depressa respondeu
-Ah... Se ninguém nunca come, bom não deve ser...
Alice ficou pensando no que ele disse. Algum fundo de verdade tinha naquilo. Antes que pudesse falar algo o menino disse
- Aliás, pode ser até venenoso!
Alice olhou para ele e simplesmente disse
- Eles não venderiam algo venenoso dentro de um saquinho de jujubas...
O menino olhou para ela e depois olhou para o chão e disse
-Venderiam se soubessem que a gente não comeria.
Alice se calou e olhou para o céu, mas o menino se pôs a falar novamente, então ela olhou para ele escutando atentamente cada palavra dita por ele
-Você não come sabão em pó, certo?! Aliás, os sabões em pó que conheço são todos azuis...
A Menina olhou e analisou a situação, parou e pensou então por fim disse:
Mas por que, então, eles fariam jujubas azuis...?
O menino apenas respondia com extrema sinceridade.
Ah... Deve ser algum tipo de teste de atenção. Provavelmente, crianças que não comeram jujubas azuis tornam-se adultos mais espertos.
Alice complementou a frase do menino dando um pequeno sorriso.
E vivos, já que não tomaram veneno...
Os dois se calaram até Alice pensar mais um pouco no assunto e dizer com convicção:
-Não se pode condenar a jujuba azul sem razão...
Mas tudo que Alice dizia o menino tinha uma resposta, ele com simplicidade disse:
- A razão é elas serem azuis.
Alice olhou para cima e soltou um ar de desanimo, o garoto tinha desapontado a menina com aquela frase. Alice olhou para ele séria e disse:
- A razão devia estar no que importa...
Algum tempo depois o garoto olhou para ele pensativo e lhe disse curioso, Alice simplesmente olhou para uma arvore em um canto, a arvore era tão bonita, e aquela visão agradava a menina, ela achava as coisas da natureza muito bela e sempre observava,até que saiu de seu transe e olhou para o menino curioso ao seu lado e ouviu o que ele tinha a dizer:
- E o que importa?
Alice parou por um momento para buscar as palavras certas e por fim disse em duvida:
- No caso das jujubas azuis, o gosto...
O garoto fechou os olhos e ficou parado por alguns segundos, parecia que não ia dizer nada, então antes que pudesse se manifestar Alice disse sorrindo:
- Feche os olhos e prove.
O menino olhou assustado para Alice, e com espanto, a garota corou ao pensar que tinha ofendido o garoto, até que ele disse com um tom desafiador:
- Prove você, então.
Alice se afastou por algum momento então disse surpreendida:
- Eu...?
O garoto disse com um sorriso zombeteiro no rosto, Alice apenas olhava para ele com vontade de sair dali, mas antes dar-lhe um belo tapa no rosto. Até que com aquela expressão de zombaria o menino disse:
- Não é você o defensor dos fracos, oprimidos e jujubas azuis?
Alice ficou calada por longos minutos, pensando no que fazer, no que responder e como reagir,mas achou que era melhor ficar calada.Após o silencio de Alice o menino a olhou com a mesma expressão no rosto.O que levou a menina a pegar uma jujuba azul e a fechar os olhos,colocou a jujuba na boca e ficou ali com os olhos fechados,engoliu a jujuba com dificuldade e então permaneceu com os olhos fechados,esperou ouvir alguma coisa,mas nada ouvia alem do som do vento batendo nas arvores e alguns pássaros que sobrevoavam o local,passaram - se alguns minutos de silencio,como Alice havia desejado no inicio da conversa,até que o menino o rompeu novamente dizendo:
- E então?
Alice olhou o garoto e com um sorriso de sarcasmo olhou para ele e disse:
- Ainda estou viva... Mas...
A menina parou no meio da frase, estava buscando por palavras adequadas até que o garoto a interrompeu novamente, por minutos ela deixou um pensamento vagar por sua mente.
“Esse menino não tem educação? Vive me interrompendo. Está me aborrecendo, afinal, por que ainda estou aqui?”
Alice olhou para o menino enquanto via cada parte do rosto dele se movendo, então parou e prestou atenção:
- Mas?
Alice ignorou a fala do menino e prosseguiu com sua fala anterior:
- Continuo não entendendo...
Essa frase despertou uma curiosidade um pouco maior no garoto, Alice sorriu, a conversa tinha tornado-se interessante, o menino então olhou para ele e disse:
- Não entendendo o quê?
Alice sorriu e disse meio enojada, mas satisfeita consigo mesma. Então o Maximo que conseguiu dizer foi:
- Por que eles ainda perdem o tempo deles fazendo jujubas azuis... Eca...!Tem algo pra tirar o gosto disto...?
O menino sorriu e disse:
- Não. Eu te disse que acabaram as jujubas..."

Alice deitou-se novamente no banco da escola e pensou no por que de ser tudo tão difícil nesses dias.
Ela suspirou e por fim concluiu depois de refletir novamente sobre essas lembranças.
Pobres jujubas azuis. Eternamente injustiçadas, até mesmo pelo final da lembrança. As pessoas não entenderiam, e invariavelmente concluiriam: “Afinal, ele estava certo, as jujubas azuis eram mesmo ruins.”
De fato, eram. Mas não porque eram azuis.
É essa maldita pressa, ânsia, desespero em reafirmar os valores que conduzem nossa vida, sempre conduziram... e parar agora para perguntar ao cocheiro “aonde nos conduz?” só vai nos fazer colocar a cabeça para fora e trazer a angústia de enxergar as inúmeras encruzilhadas que ele ignora em seu percurso. Como se notar o equívoco durante o percurso tirasse todo o sentido da jornada até agora. Se a jornada estiver bem mais próxima do fim que do começo, então...
Todo sentido de uma vida!
Ela se levantou e com um suspiro caminhou até o castelo,até que sumiu porta a dentro.
Alice Tanner
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