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15 de Outubro
sexta-feira
a temperatura agradável permite que os habitantes de Hogwarts andem com roupas leves. Durante o dia o céu é claro e bonito, fazendo com que os jardins fiquem lotados por alunos em busca de um banho de sol. A noite o céu é estrelado e há um grande movimento de alunos em direção a Hogsmeade por causa de uma festa que o diretor permitiu a presença destes.
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- aula de aritmancia para o 7° ano
- aula de poções para o 6° ano
- festa no Pub MixysBars, em Hogsmeade




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Mensagem por Convidad em Seg Dez 20, 2010 5:04 am

-Fala
-Curandeira

-Não me diga! – exclamei ao ouvir aquela calamidade passar avoado pelos meus ouvidos. –Então eles voltaram? – conversávamos aos sussurros, espionando a entrada da enfermaria de pouco em pouco. – Sim! Acredite, mesmo depois de trai-la. – ela espiou cada canto da ala voltando sua atenção a mim, baixou a voz e num tom empolgante e ansioso prosseguiu com suas fofocas hilariantes. – E pelo jeito é sério agora, mais quem esta traindo é ela dessa vez. – escancarei a boca soltando um risinho ridículo, balancei as mãos e mordi os lábios. – gente... Que loucura. – O zelador passou as pressas pelos corredores logo próximos ao recinto, assim que seus passos eram inaudíveis e sumiam ao decorrer da caminhada voltamos ás fofocas, sendo ele o grande alvo agora. – Nossa você não sabe o que aconteceu ontem menino! – pendurei-me literalmente sobre ela, baixei ainda mais a voz. – Conta, conta, menina quer me matar de curiosidade? – ela deus uns pulinhos. – Então, não sei ao certo, mais ele parece ter uma quedinha pela bibliotecária! – arregalei os olhos. – Mentira Bem? – guardava alguns remédios ao armário enquanto falava. – não é! Juro pra você fofo.

- Ah! Não pode, é nova demais pra ele não acha? – balançou a cabeça negativamente. – Amor não tem idade, certo? – concordei. – E você cara? – disse ela de repente. – como vai sua vida amorosa? Muitos bofes por ai na sua cola? – fechei a cara completamente. – Que nada, se tivesse eu estaria subindo pelas paredes dessa enfermaria gata. – gargalhamos. – Acho que não vou achar ninguém pra mim aqui, eu sou tão... Desinteressante. – joguei-me sobre a poltrona. – Aff, que baita mentira, você é gatão, lindo, maravilhoso, tem que se valorizar mais, dar encima e laça os bonitões, não deve ser difícil pra você... Caso isso aconteça me apresente a um amigo dele, viu? – piscou pra mim e fez biquinho. – Preciso me divertir um pouco! – riu. – falando em diversão, a Yoruichi da lufa-lufa, estava toda alegre por ai, soltando sorrisos e cantando pelos corredores. – a curiosidade começou a se espalhar novamente. – Aquela japonesinha? – afirmou com a cabeça. – Ela estava dando umas atiradas pra cima do Jack Breston, aquele loirinho meigo da Corvinal!

Era cada fofoca, que pelo amor de Deus, eu morreria de empolgação, não sabia o porque mais as fofocas me deixavam assim, animado, e curioso obviamente, quem não tinha interesses nas vidas alheias por ai? Não é uma questão de curiosidade na verdade, e sim busca a informações, tinha que estar completamente ligado no que se passava pela escola, eu tinha! Era uma necessidade enorme, vocês não tem noção do bagulho. – Olha, voltando no assunto anterior... Eu, bem na verdade tem um bofe sim, o Kevin. – ela demonstrou-se espantada. – Ele é... Da mesma fruta que você? Aquele bonitão? Com um vozeirão grosso e encantador? Não acredito. – deilhe um empurram de leve no ombro. – Acredite minha diva! ontem ele me pego de jeito no lago negro, ui, chego me estremecer só de lembra! – ela sentou na poltrona ao lado. – Fala tudo garoto! Desembucha! – cruzou as pernas e aproximou-se de meu rosto, fiz o mesmo, coloquei as mãos sobre o joelho e numa voz baixa e empolgante comecei a contar o ocorrido, acreditem ou não, mais a cada silaba que eu falava mais rosa de tímida o rosto da curandeira ficava. – MEU DEUS DO CÉU! – imediatamente tampei sua boca com minhas mãos. – não grita! – fiz sinal pra que abaixasse o tom da voz. – Opa, desculpa!

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Mensagem por Heathcliff Linton em Seg Dez 20, 2010 6:24 am

fala
pensamento
zelador
enfermeira
Eros




Era meu primeiro ano em Hogwarts, eu ainda não conhecia ninguém e, pra falar a verdade, não estava ligando muito em fazer amizades. No começo até estava, mas quando descobri que meus avós morreram perdi totalmente a vontade. O manhã tinha sido longa e entediante, e as outras coisas que tinham para fazer eram chatas. Então resolvi conhecer a escola, e fui andando para vários cantos. Fui para os portões, depois subi ao segundo andar, depois desci pro primeiro e fiquei cansado de andar, então parei em frente a ala hospitalar para descansar. Me sentei e escutei vários cuchichos e risadinhas saindo lá de dentro. "Do que será que estão rindo?" pensei, com uma certa curiosidade sobre o que se passava ali. O zelador vinha passando pelo corredor, então eu me escondi para não ser visto, mas não deu certo, e ele ficou me encarando até o final de sua trajetória. Enfim ele sumiu pelo corredor, e eu pude ouvir a enfermenra falando dele. "Então, não sei ao certo, mas ele parece ter uma quedinha pela bibliotecária!". Uau, esse era um assunto que eu realmente não me interessava.

Sentei-me novamente em frente a porta, fechei meus olhos e fiquei pensando em várias coisas, nada tão concreto que me convenha falar. "Olha, voltando no assunto anterior... Eu, bem na verdade tem um bofe sim, o Kevin." Disse o garoto que estava junto com a enfermeira. Eu levei um susto e fiquei boquiaberto ao ouvir toda a conversa deles. "Não acredito, tem dois garotos gays aqui na escola, vou ficar amigo deles!" pensei. Nesse momento, sem querer encostei na porta, e ela se abriu de súbito. O garoto que estava lá levou um susto, e a enfermeira também deu um pulo ao ver a minha 'entrada triunfal' na sala.

-Oi - disse eu, meio sem jeito - Desculpe ter ficado atrás da porta ouvindo a conversa de vocês, não foi minha intenção, desculpa mesmo. -Disse isso e sai da sala, senti que meu rosto havia ficado vermelho de vergonha, sai correndo, mas fui interrompido no meio do corredor pelo zelador voltando de onde tinha ido. -Já falei que não pode ficar correndo por aqui garoto, se você cair a culpa vai ser toda sua entendeu? - "Velho rabujento" pensei "Não acredito, será que esse garoto se interessaria por mim?" fiquei parado no meio do corredor, e esses tipos de pensamentos começaram a inundar minha mente. Não pude conter um pequeno sorriso. Me virei e voltei para perto da ala hospitalar, para ver se ainda conseguiria ouvir mais alguma conversa como a que eu havia acabado de ouvir.
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Mensagem por Convidad em Seg Dez 20, 2010 7:18 am

-Fala
-Quadro

- Pois é mais ai chegou o primo dele com uma menina loira, nem sei qual era o nome, nossa, ela até berro, qual o problema de dois homens se beijando? – nenhum, claro, cada um com seu gosto e jeito de ser, se sou gay bom pra mim, sinceramente acho que isso é uma coisa boa, pelo menos no meu ponto de vista. Senti que algo estava errado, sem saber explicar me senti sendo observado por alguém, eu poderia estar ficando completamente doido e neurótico, eu precisava de café! E uma grande e gordurosa barra de chocolate, esse vicio é de fato duradouro, nem ao menos médicos impediram-me de parar com isso, da ultima vez mandei o doutor ir praquele lugar, onde já se viu? Chamar o paciente de débil mental? – Que susto! – pulei da poltrona ao ver a porta escancarar-se aos poucos, uma silhueta baixa de cabelos loiros e brilhantes adentrava o recinto enquanto desculpava-se por estar xeretando a conversa dos outros, pouco me importo, eu faço a mesma coisa, isso mesmo. Não tenho a menor vergonha na cara, e falo mesmo. Ele saiu sem demoras, parecia com pressa, ou fingira para voltar a ouvir por trás da porta novamente?

Fiz um sinal de espera com as mãos para a curandeira. Minha varinha indicava que mais uma presença compartilhava tudo que acontecia ali dentro novamente, usei o feitiço que detecta presença humana, em outras palavras, calor humano. – Deixa eu ver... Vai pedir desculpas novamente? – movimentando a varinha pro lado direito fiz com que a porta se escancara-se lentamente a parede, permanecia toda aberta dando novamente visão a silhueta masculina e loira do rapaz. – Hã... Vou ali ver se tem toalhas caso algum paciente chegue inesperadamente. – piscou pra mim e sussurrou. – depois me conta o resto, viu? Safadinho. – beliscou meu traseiro com força. – Ai! Sua biscate. – ri baixo. – Sonserino? – pude ver na cor do uniforme, obviamente o garoto devia ser chato, mimado, medroso, ambicioso, nojento, preconceituoso e... Idiota, nossa, espera um pouco, Isumu é sonserino e nem por isso é assim, eu deveria conhecer as pessoas primeiro, ofendi meu amigo sem nem ao menos perceber. – O que faz por aqui? – perguntei desinteressado, apenas um modo de puxar assunto num momento tão calado como aquele.

- Mais tu não tem mesmo vergonhas de pronunciar tais palavras pelas costas dos outros! Seu menininho fofoqueiro! – Disse um quaro a esquerda. – Ah, vai ver se eu to na esquina. – resmunguei. – Ora, além de tudo é mal educado! – Ok, me estressei dali em diante, peguei o quadro e virando-o de cabeça pra baixo fiz com que o homem caísse e desaparecesse, a tela ficou totalmente preta, e até mesmo mais bonita. – bem melhor assim. – cruzei os braços. – Pestinha! – novamente, o homem havia parado em outro quadro. – Seu velho safado, para de encher! Se sou assim não é da sua conta. – virei o outro quadro não me importando com as verdadeiras pinturas dele. – acha que vai se livrar de mim? – olhei pra cima, e lá estava ele novamente, me encarando. – Travalingua! – disse apontando minha varinha, não sei ao certo se funcionaria com quadros. – Ótimo.- oras, funciona mesmo, o homem tagarelava com a língua grudada ao céu da boca, rachei de rir. – Sou Eros, Eros Iperiom Dioros, me chame apenas de Dih ou Eros se preferir. – fitei-o de cima a baixo, ele era bonitinho, uma gracinha de menino, só esperava que a personalidade fosse igual. – qual seu nome fofo?

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Mensagem por Heathcliff Linton em Seg Dez 20, 2010 2:24 pm

fala
pensamento
Eros





Fiquei ouvindo a conversa atrás da porta novamente, mas dessa vez ele sentiu minha presença ali. Usou um feitiço e fez com que a porta escancarasse na minha frente novamente. "Droga!" pensei, mas já era tarde demais para tentar sair dali. "Bom, aqui vamos nós". Entrei na sala e o garoto veio andando até mim, a curandeira saiu e chamou-o de safadinho. "Ela acha que vai rolar algo aqui? está enganada" pensei novamente. então ele chegou perto de mim e perguntou: "-Sonserino?". Pela cor do meu uniforme já devia ter percebido. -Sim! -Respondi, com a voz meio baixa, mas sempre com a cabeça levantada. "-O que faz por aqui?" -Perguntou novamente, mostrando um desinteresse daqueles. "Se está desinteressado, também estou" pensei. -Sou novo aqui, só estava conhecendo o lugar, me cansei, sentei-me ali fora e ouvi a conversa de vocês!'' -O garoto me fitou por um longo momento, até que um quadro começou a tagarelar, a ponto de encher o saco. O garoto, por sua vez, soltou um feitiço que fez o velho falar com a língua grudada no céu da boca. Foi engraçado, e não pude conter uma gargalhada ao ouví-lo pronunciar as frases daquele jeito.

"-Sou Eros, Eros Iperiom Dioros, me chame apenas de Dih ou Eros se preferir." - Disse ele. ''Eros, é um nome estranho, mas o que será que ele vai pensar do meu?" Pensei e dei um sorrisinho de canto de boca. "- Qual seu nome fofo?" - Perguntou após perceber que eu não ia falar a menos que ele me perguntasse. - Linton, Heathcliff Linton, um pouco difícil de se pronunciar, mas com o tempo você aprende! - Disse eu, com a voz um pouco exitante. Após dizer meu nome, tomei a liberdade de entrar na sala e me sentar em uma poltrona, alias, se Eros estava mostrando um pouco mais de interesse em saber quem eu era, não acharia ruim de eu entrar e me sentar sem pedir permissão, e se achasse também, pouco me importava. Fitei-o de cima em baixo - Você é da grifinória né? - perguntei após alguns minutos "Bravura, coragem, blábláblá" pensei.

Não sei porque, mas aqueles quadros que pendiam nas paredes eram demasiadamente irritantes, e o velho tagarela não parava de falar, mesmo com a língua no céu da boca. Eu já estava perdendo a paciência de ficar ali com aquele velho falando descontroladamente. "Se o travalingua funcionou, espero que esse também funcione" pensei, com a varinha em mãos, apontei para o quadro e -Immobilus! - ele parou na mesma hora, sem conseguir mover um único músculo. -Até que enfim ele calou a boca!" - Disse isso e comecei a rir, olhando para o quadro, que parecia estar me odiando. "É melhor se acostumar, pois se você me encher denovo, faço pior, velho irritante" -Pensei, voltando minha atenção para Eros, que observava tudo que eu fazia.
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Mensagem por Convidad em Seg Dez 20, 2010 9:23 pm

-Fala
-Curandeira

Linton Heatchcliff? Aquilo mais parecia nome de algum personagem histórico da antiguidade. – Linton Heatchcliff. – repeti devagar decorando cada silaba do nome, de fato algo estranho de se pronunciar e decorar também. – sou da Grifinóra sim. – fitei-o, mais dessa vez meus olhos encontravam-se semicerrados, aquelas expressões na face do rapaz eram uma incógnita para mim, o que se passava naquela cabecinha jovem? – bela pontaria. – argumentei ao ver lançar um feitiço excepcional. – garanto que em feitiços não lhe vai ser problema nos testes do NOM’s – elogiei. Estando no sexto ano Linton perderia rápido sua paciência, pois era o ano das provas mais difíceis, chatas, entediantes, logicas, e perturbadoras de todos os tempos, ano no qual o bruxo escolhe sua futura profissão, eu obviamente pretendo ser auror, tenho talento nas matérias as quais são pedidos no QG, graças a Deus o resultados dos testes foram ótimas, e o caminho para minha profissão estava berto!.

Caminhei logo em seguida direção a um galpão de carvalho, este era longo e cheirava a madeira vernizada, mesmo que aparentasse ter milênios de historias e acontecimentos. – Gata, trouxe veneno de fada mordente? – gritei. – Sim, está embaixo do galpão, na parte das gavetas. – respondeu aos berros da outra sala. – Ok. – me agachei pegando o frasco, aproveitando todos aqueles ingredientes não pude deixar minha criatividade presa, soltei-a completamente dando novas ideias a poções, experimentos, claro tudo pela ciência, e pela magia e a arte das poções, não era preciso ser sonserino pra ser talentoso em tal matéria. – afasta-se um pouco! – alertei-o, eu vestia agora um avental branco junto a um óculos plastificado, joguei virei o tubo de ensaio que continha um pouco do veneno de fadas mordentes, faíscas violetas estouraram sobre a fumaça.

- Droga. – fechei a cara. – acho que está faltando algo! – recolhendo uma pequena prancheta molhei a ponta da pena escrevendo os resultados no pergaminho, soltei a prancheta no ar, talvez a primeira reação do sonserino seria de que a prancheta caísse ao chão, mais nada aconteceu, ela permaneceu no ar me seguindo enquanto anotava as coisas. – Nada de veneno de fadas mordentes, risca da lista. – peguei uma barra de chocolate, mexi a varinha fazendo com que a xicara de café fosse a minha boca e voltasse á mezinha. – Deu certo? – gritou a enfermeira. – Deu nada. – disse num tom desapontador. – sugiro que não toque em nada. – avisei ao sonserino, antes que tivesse a brilhante ideia de mexer em alguma coisa. – Isamu disse algo sobre... Sobre... Ai o que foi mesmo que ele disse? – perguntei a mim mesmo, saquei um livrinho de anotações.

Revirei-o por completo na busca das informações necessárias para o experimento. – sangue de unicórnio? – inúmeros pontos de interrogação pairavam sobre minha cabeça. – só pode ser isso, espero que seja. – despachei o conteúdo do vazo no caldeirão, o liquido tornou-se prateado claro. – Finalmente! – comemorei, transfigurando um tubo de ensaio recolhi boa parte da poção e a tampei com a rolha, guardei no bolso e fiz com que o restante sumisse. – Droga! – disse ao deixar o caldeirão cair no meu pé. – desgraça! – meus cabelos ganharam uma tonalidade vermelho escuro e os olhos ficaram completamente negros, isso acontecera por causa da minha metamorfomagia – desculpe. – coloquei o caldeirão sobre o balcão enquanto meus olhos e meus cabelos voltavam a cor natural. - preciso de chocolate! – mordi a barra até que se acabasse.

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Mensagem por Heathcliff Linton em Ter Dez 21, 2010 3:57 am

fala
pensamento
Eros




-Heathcliff Linton, na verdade, é que costumo falar o segundo nome primeiro, e depois dizer os dois, mas se achar o primeiro muito difícil, pode me chamar só de Linton mesmo. - Disse isso, fitando o garoto. "Tomara que ele não seja do tipo que se acha o bom moço" pensei, pois ele acabara de afirmar que era da Grifinória. Dei um sorriso com o canto da boca quando ele me elogiou, e continuei fitando-o. "Concerteza não terei problemas em feitiços haha, fui muito bem treinado" pensei, sem tirar os olhos dele. Voltei a ficar sério, então ele saiu andando em direção a um galpão, e gritou para perguntar algo à enfermeira, que estava na outra sala. Ela respondeu, e ele então voltou para onde estavamos antes e colocou um avental branco e um óculos plastificado. Disse para eu me afastar, e eu dei dois passos para trás.

Um pequeno estouro, um pouco de fumaça, e uma gargalhada vinda de mim, não pude conter o riso ao ver a cara de desapontado que ele fez ao ver seu experimento estourar, e ao seu praguejamento também. Ele então começou a falar consigo mesmo, e eu fiquei só observando, ele soltou a prancheta que estava segurando, e pela expressão do seu rosto, devia estar pensando que eu ia tentar pegá-la, mas não o fiz, e o que eu esperava aconteceu, a prancheta flutuou ao seu lado. "Mal sabe ele que meus avós faziam esse truque o tempo todo, não caio nessa desde meus 10 anos haha" pensei, com um certo ar de deboche em meu rosto. -Na verdade, o que está tentando fazer? Sei usar feitiços, mas não aprendi muito sobre poções. - Disse eu finalmente, mas ele pareceu não me ouvir. Estava muito entretido com seu experimento e continuou a falar sozinho. "-Finalmente!" disse o meu anfitrião, conseguindo o resultado que esperava.

Então, após fazer tudo sumir, praguejou novamente, pois acabara de deixar o caldeirão cair sobre seu pé. "Bem feito, bem que mereceu por não me ter respondido" pensei, fitando-o e me segurando para não rir novamente. Ele então ficou com os cabelos vermelhos e os olhos negros. Levei um susto, mas não deixei transparecer. "Deve ser metamorfogia" pensei, olhando para ele, que agora estava engolindo uma barra de chocolate e voltando ao normal aos poucos. -Er...então, o que estava tentando fazer mesmo? não sou tão bom com poções como sou com os feitiços! - repeti minha pergunta, com uma certa impaciência por ele não ter me respondido da primeira vez.

Voltei a poltrona e me sentei novamente, esperando que Eros me respondesse. Fitei a sala novamente, agora mais atenciosamente, enquanto esperava sua resposta. "Espero que não me deixe no vácuo novamente, odeio quando não ouvem o que digo" pensei, voltando a olhar para ele. Desde pequeno detestava que meus avós não respondessem o que eu perguntava, sempre detestei ter de fazer a mesma pergunta duas vezes, mas sempre que precisava, tentava perguntar sem demonstrar isso. A poltrona em que me sentei estava mais confortável do que quando entrei na sala. "Deve ser porque agora já estou mais calmo" pensei, abrindo os braços sobre as costar do sofá. Então voltei a atenção novamente para Eros e dei um sorriso.
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Mensagem por Convidad em Ter Dez 21, 2010 5:27 am

-Fala

-É simples, apenas um experimento para casos futuros, essa belezinha nem deve ter sido descoberta no mundo bruxo, talvez eu possa me formar como um Alquimista. – pensei gostando da ideia, pra que perder tempo como auror? Minha vida é completamente virada a arte das poções, das plantas, feitiços, coisas estranhas, experimentos, eu penso alto, sonho alto, sonhos exagerados, fartos de conhecimento, quero saber mais e muito mais! Eu tenho que saber! Tenho que aprender, Ok, acho que estou exagerando, mais é verdade. – Bem, isso aqui nada mais é que uma espécie de poção pra fortalecer, só que, ao em vez de seguir a regra do livro tomei a liberdade para expressar minha criatividade sobre esse estudo, de acordo com meus cálculos isso daqui deve funcionar em maior tempo que uma poção comum... – já havia me esquecido da dor no pé.

O garoto ia se sentar na poltrona, eu estava doido para que ele senta-se, eu até o avisaria o que aconteceria se ele sentasse, se o individuo tivesse conseguido controlar direito seu acesso de riso. Apontei a varinha pra ele assim que sentou. – cinco, quatro, três, dois, um. – a poltrona começou engoli-lo afundando seu corpo pra dentro. – Finite. – pronunciei. A poltrona imediatamente cuspiu-o, a pronuncia do meu feitiço saiu num tom tão entediante e desanimador que mostrava o qual besta era o garoto. – Feitiço usado pelos primeiranistas pra pegar peças nos despreocupados que sentassem nessa poltrona. – segurei com sucesso o ataque de risos que eu ia dar, nem ao menos expressei uma única reação exagerada de riso. – vi isso logo de cara, vi vestígios dessa azaração rondando a poltrona, e uma parecida numa xicara, cujo qual a tomasse café teria seu nariz mordido pela mesma.

Levantei a xicara que rosnava em minhas mãos. – Finite. – apontei a varinha e a xicara voltou ao normal. – Meus cabelos estão embaraçados. – vi ao olhar-me de relance no espelho, imediatamente tornaram-se repicados e saltados. – bem melhor. – sussurrei pra mim mesmo. Sentei na poltrona livre de azarações, estava entediado, apoiei o queixo nas costas da mão e pus o cotovelo no braço do acento. O relógio fazia barulho conforme o ponteiro girava, aquele barulhinho chato permaneceu alto naquela monotonia, me levantei ao ganhar mais uma ideia brilhante para uma poção que talvez viesse a calhar mais pra frente, antes que pudesse chegar ao balcão tropecei quase caindo sobre o rapaz da sonserina, apoiei no seu ombro sem querer, fora apenas reflexo rápido. – me desculpe. – sorri.

Spoiler:
Post fico pobrezinho, melhoro no próximo.

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Mensagem por Heathcliff Linton em Qua Dez 22, 2010 2:59 am

fala
pensamento
Eros





Ele então começou a me explicar o que ele havia feito, parecia estar entusiasmado com tudo aquilo, pois eu podia ver seus olhos brilhando enquanto pronunciava aquelas palavras, saboreando-as antes de soltá-las. Então, quando me sentei, senti que a poltrona estava confortavel demais, e me senti sendo engolido por ela, então um pavor imenso tomou conta de mim, eu tentava sair dali mas não conseguia. Peguei minha varinha, e quando ia tentar um feitiço..."-Finite" disse Eros, olhando para mim e parecendo achar graça na besteira em que eu acabara de cair. Ele porém não riu, e eu me senti envergonhado por ter rido dele quando o caldeirão caiu sobre seu pé. Ele então me explicou porque a poltrona havia tentado me engolir. "Malditos idiotas que não tem o que fazer" pensei, ao terminar de ouvir sua explicação.

Eros pegou uma xícara, e ela ameaçou morde-lo. "-Finite" disse novamtente, fazendo a xícara voltar ao normal. Ele percebeu que seus cabelos estavam bagunçados, então arrumou-os e sentou em uma poltrona, sem soltar nenhuma palavra. "Será que ele sempre faz isso?" perguntei, ao ver que sua atenção já não estava mais voltada para minha pessoa, e que já parecia estar no mundo da lua, pensando em alguma outra coisa. "Ele deve ter déficit de atenção, pois muda de atenção muito rápido!" pensei, ao vê-lo levantar-se e andar em direção ao balcão. Mas antes de conseguir chegar ao seu destino, tropeçou e quase caiu em cima de mim, mas colocou a mão em meu ombro e me olhou, sorrindo em seguida. "Meu deus, estamos demasiado perto um do outro" pensei. Senti meus batimentos cardíacos acelerarem, comecei a suar frio, pois nunca tinha ficado tão perto de alguém como naquele momento.

Sorri para ele, virando o rosto em seguida. Senti vergonha ao ficar daquele jeito, então me arrumei na poltrona e voltei a fitá-lo. Parecia achar graça com a cena que eu acabara de fazer, ou então isso fosse só coisa da minha cabeça, pois como passei anos sem ter uma vida social, morando escondido com meus avós, acabei por ficar um pouco neurótico, achando que estão pensando algo de mim quando estão me olhando. Então, olhei para ele novamente e indaguei: - Não vai se levantar? - falei com a voz um pouco afrouxada, pois não queria passar uma imagem ruim da minha pessoa no 'primeiro encontro' então, olhei para ele e sorri novamente, um pouco tímido.
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Mensagem por Convidad em Qua Dez 22, 2010 4:01 am

-Fala
-Curandeira

Ele me parecia pensativo demais, quieto demais, parado demais, em outras palavras uma múmia, só não fedia e não tinha aparência morta. Ao me segurar nele graças ao tropeço percebi que sua reação fora estranha, suava frio e até mesmo podia sentir seus batimentos de tão fortes que estavam, segundo meus cálculos estava entrando num estado de... Enfarto? Sorriu, coisa estranha, segundos atrás me olhava com desgosto e uma expressão tão nojenta, de repente sorri alegremente e timidamente também, o que ele estava sentindo no momento? – Você está bem? – perguntei fitando-o. – me parece pálido demais. – Eu não sou um fantasma pra deixar as pessoas assim. – respira garoto. – ordenei. – está tímido por que? – perguntei desconfiado. – Ah claro... – Disse após lembrar que eu permanecia sobre ele após tropeçar. – me desculpe. – afastei.

Voz meio afrouxada? Tímido, suando frio, sorrindo do nada? Ele estava com segundas intenções? Afim de mim? Ou eu que estou pensando bobagens? Perguntas demais pra mim, mesmo eu que tenho uma mente aberta pra qualquer coisa já estava ficando confuso, estava na hora de descobrir se ele começou a criar uma pequena queda por mim, apoiei a mão no seu ombro novamente, o olhei nos olhos. – Esta com alguma coisa? me parece estranho. – minha voz saiu calma e sedutora, ao mesmo tempo comportada. O toque era uma coisa que poderia me dizer qual seria sua próxima reação, se começasse a suar frio novamente, era sinal de que minha desconfiança estava certa. – você parece que vai ter um ataca cardíaco. – coloquei a mão de leve no peito dele, bem acima do coração. – olha só, não quer se deitar numa maca?

- Deitar na maca? Quem está mal? – perguntou a curandeira. – O coração dele disparado demais. – ela fora até o garoto colocando a mão sobre o coração. – Ah! – exclamou ela. – Isso não é de ataque cardíaco não. – ela soltou um risinho olhando pra mim. – é de outra coisa. – fingindo que eu não havia capitado a mensagem, transpareci uma expressão confusa ao vê-la sair pra outra sala da Ala. . – ela é doida mesmo, nem liga. – um segundo tubo de ensaio estava no galpão, atrás do rapaz, fui até ele, meu corpo estava a menos de cinco centímetro do dele, passei o braço por debaixo do dele. – vou só pegar o frasco aqui, nem precisa sair do lugar. – meu rosto estava perto do dele também.


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Mensagem por Heathcliff Linton em Qua Dez 22, 2010 6:50 pm

fala
pensamento
Eros
curandeira




"–Está tímido por que?" me perguntou Eros, com uma voz meio desconfiada. Eu não conseguia falar, estava totalmente travado. Então, olhei para sua mão em meu ombro, pra ver se ele entendia o porque de eu estar daquele jeito. "-Ah claro, me desculpe" disse ele novamente, retirando a mão de cima de mim e se afastando. "Até que enfim ele saiu" pensei. Ele então parou em minha frente e começou a me olhar de um jeito estranho, parecia que estava em dúvida sobre alguma coisa. "Que será que ele está pensando?" pensei, fitando-o também. Ele então se aproximou de mim novamente, colocou a mão no meu ombro e "–Esta com alguma coisa? me parece estranho" perguntou, com uma voz calma e, por um instante, parecia que ele queria me seduzir pelo jeito que falava e pelo jeito que me olhava, fiquei sem ar novamente. Não sabia o que responder naquele momento. Senti um arrepio na nuca e um embrulho no estômago. "–olha só, não quer se deitar numa maca?" perguntou novamente, após falar algo que eu não havia prestado atenção. "Tudo que quero nesse momento é sair daqui" pensei, olhando para ele sem conseguir falar.

"-Deitar na maca? Quem está mal?" perguntou a curandeira, vindo correndo da outra sala. Então Eros disse que eu estava com o coração disparado demais, e ela veio em minha direção e colocou a mão sobre meu peito. "–Isso não é de ataque cardíaco não, é outra coisa." Disse ela novamente, olhando para Eros e soltando um sorrisinho. Ele pareceu não entender o que ela quis dizer, mas eu entendi, ela estava insinuando que eu estava tendo uma queda por ele, e eu não podia negar. Então, ao vê-la sair para a outra sala, Eros veio em minha direção novamente. "–vou só pegar o frasco aqui, nem precisa sair do lugar" disse ele, olhando para mim e se aproximando cada vez mais. Senti meu coração subindo pela garganta naquele momento, o nervosismo que passei naquela hora foi muito intenso, e nossos corpos estavam agora a menos de cinco centímetros um do outro. "Não acredito que fiz isso, não pode ser" pensei, após ter lhe dado um selinho. Nessa hora, senti que empalideci, Meu chão parecia que tinha sumido e eu estava caindo. "Não podia ter feito isso" era tudo que rodava na minha cabeça. Então, quando me dei por mim, havia empurrado Eros para o lado e estava me preparando para correr pro meu quarto.

-Desculpe, não foi minha...eu não...desculpa -Disse eu, antes de me virar e correr em direção à porta. Antes que conseguisse sair, um quadro começou a falar. Agora era uma mulher que estava falando. "-Eu vi tudo, todos vão ficar sabendo" disse ela, me olhando e fazendo cara de deboche. -Immobilus- Gritei, apontando a varinha para ela. Ela ficou parada, e eu então voltei a correr em direção a porta. Não via mais nada em minha frente, a não ser a porta, e por esse motivo tropecei em uma mesinha pequena que estava no meio da sala. Levei um tombo e tanto, mas isso não me impediu. Levantei e continuei correndo pra porta. O trajeto nem era tanto, mas como eu estava com meu espírito abalado, parecia que aquela sala não tinha fim. Então, quando finalmente cheguei à porta, puxei-a com muita força, fazendo-a bater contra a parede e fazer um estrondo ensurdecedor. Olhei para me certificar de que ninguém estava bisbilhotando e corri pra fora da sala.
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Mensagem por Convidad em Sex Dez 24, 2010 9:46 pm

-Fala

Antes que eu pudesse recolher o frasco sobre o galpão um selinho me foi roubado, claro o garoto fizera isso sem pensar direito, era a reação rápida, seu coração estava disparado coitado, devia estar confuso demais pra pensar no que fazer na hora, eu tinha em mente que em qualquer estante correria dali pra algum lugar, eu conheço esse tipo, eu já fui assim, na idade dele, ou quando era mais novo, ganhei um empurram como o esperado, logo-logo ele se prepararia pra correr. – inesperado isso... – falei ao ouvi-lo pedir desculpas. – inesperado mesmo. – sorri. – Por que está desesperado? – o vi petrificar o quadro. – espera! – gritei ao ver indo direção a porta, se ele fosse pensar em mim o dia todo, que fosse pelo menos de um jeito mais intenso. – ei! – corri até a porta, e antes que ele pudesse sair definitivamente do recinto, puxei seu braço. – não precisa ficar assim. – disse calmo quase que num sussurro.

- Selinho sem graça. – comentei soltando um curto riso. – deixa eu te ensinar. – coloquei minha mão esquerda por trás de sua nuca e a direita agarrada com força na sua cintura, o abracei bem apertado e o beijei com gosto, mais com gosto mesmo! De língua bem enroscada, fiquei ali por pelo menos três minutos. – e então?- o soltei meio que sem folego. – Isso é beijar, quando quiser mais é só falar. – pisquei o olho. Ok, acho que exagerei demais, ou não? Não importa, o que importa é que foi gostoso, delicioso, e estava doido pra repetir. – Não precisa se acanhar. – minha respiração também estava acelerada. – beijando assim sai muito melhor, o seu foi excelente. – sussurrava enquanto mordia de leve seus lábios. Aproximei meus lábios no seu ouvido, dei uma mordidinha. – você é muito gostosinho viu? – sussurrei.

A essa altura o correção do coitada devia estar quase explodindo, se estando na mesma presença já o faço entrar em desespero, imagina com um amasso desses, o estranho era ele ser da sonserina, com um grifinório, será que duraria? Meu Deus, estou falando sobre relacionamento, o que deu em mim? – Não vai falar nada? – perguntei. – nadica? – disse por ultimo, ou ele desmaiaria, se fosse o caso eu estava preparado pra pega-lo antes que se trombasse com o chão.

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Mensagem por Heathcliff Linton em Dom Dez 26, 2010 3:40 am

fala
pensamento
Eros




"-Selinho sem graça." Disse Eros, me pegando pelo braço e me puxando pra dentro da enfermaria novamente. Pensei em gritar por socorro, mas eu que tinha começado tudo aquilo, então eu sairia mais prejudicado caso o fizesse."–deixa eu te ensinar." Disse Ele novamente, prendendo meu corpo contra o dele e colocando uma das mãos em minmha nuca. "Meu Deus, o que ele vai fazer comigo?" pensei, um segundo antes dele me beijar. Naquele instante, senti náuseas, pois meu excesso de timidez veio à tona naquele momento. Eu correspondi ao seu beijo, mas sem fazer muitos movimentos com os braços, deixando-os sempre na mesma posição: Soltos e petrificados. Meu coração estava a mil, eu não queria parar o beijo, meu rosto estava branco como neve e minhas pernas estavam tremendo. "Pela primeira vez beijei alguém, e foi um garoto" pensei, enquanto Eros já havia parado o beijo e falava algo ao meu ouvido, mas eu não dei atenção.

Meu cérebro demorou um pouco para captar tudo que se ocorria ali naquele momento, e eu então olhei para Eros, que me olhava com um sorriso desenhado nos lábios. Eu não sabia o que fazer, estava demasiado tonto para tentar correr e perdera a voz ao tentar falar alguma coisa. "– Não vai falar nada? Nadica?" perguntou ele, num tom meio insistente e ao mesmo tempo desapontado por eu não ter falado nada do beijo e o deixado falando sozinho. Eu olhei para o lado, olhei para o outro, não havia ninguém, tentei me soltar dele, mas ele era demasiado forte e eu estava muito abalado para conseguir me libertar dele. senti minha visão ficando cada vez mais clara, e então, do nada, a escuridão. Apaguei completamente e, de súbito, acordei com um susto, pulando na cama e me colocando sentado.

-Como vim parar aqui? À um minuto atrás eu estava corr...meu Deus!... aconteceu mesmo? - Falei, olhando para Eros, que estava sentado na beira da maca me olhando. Estavamos ainda na ala da enfermaria, e eu não sabia o que dizer naquele momento. -Eros, me desculpe por isso, acho que agora não é um bom momento para conversarmos, não me sinto muito bem. vou para o meu quarto, depois falo com você. - Disse a ele, com a cabeça baixa, mas com a voz firme. "Eu desmaiei e ele me carregou até aqui sozinho?" pensei, ainda com a cabeça baixa e sem perceber qual era a feição de seu rosto após o meu apelo. "Não acredito, essa foi a melhor sensação que já senti em toda minha vida!" pensei, esboçando um sorriso em meu rosto, ainda com a cabeça baixa. Então, fiz o sorriso desaparecer e levantei da maca, cambaleei um pouco, mas logo me recompus e sai dali.

Fui para o meu quarto, debrucei-me na mesinha e fiquei olhando para o meu espelho do inimigo. Foquei meu olhar lá, mas meus pensamentos eram "Eros...beijo...Eros" e nada além disso. Senti um imenso arrependimento por te-lô deixado lá, mas eu precisava pensar um pouco sobre tudo isso. "Ele é da grifinória...será que vai dar certo?" pensei. -Pensando nisso logo agora? Foi só um beijo, nao vai passar disso...só vamos colocar as cartas na mes...e agora? que vai acontecer? - Falei baixinho comigo mesmo, ainda olhando para o espelho e com um tom meio preocupado na voz e no rosto. Eu ainda sentia náuseas e um grande embrulho no estômago, pois havia passado um momento extremamente tenso ao meu ponto de vista. "E se eu me apaixonar por ele? Não, nunca acontecerá isso!" pensei, voltando minha atenção para outras coisas e tentando não pensar mais no acontecido.
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